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Filosofia, estética e ciência  
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A metafísica do fenômeno
As origens medievais e a elaboração do pensamento fenomenológico

André de Muralt

Tradução de Paula Martins
 
Neste estudo inovador na história da filosofia, André de Muralt procura compreender como e por que a fenomenologia contemporânea, em si mesma e em seus desdobramentos, reavivou o interesse por conceitos centrais da crítica aristotélica e escolástica, principalmente o da intencionalidade.
indisponível
R$ 68,00
 
A anomalia selvagem
Poder e potência em Espinosa

Antonio Negri

Tradução de Raquel Ramalhete
Prefácios de Gilles Deleuze, Pierre Macherey e Alexandre Matheron
Posfácios de Antonio Negri e Marilena Chaui
 
Antonio Negri, autor de Império e um dos pensadores mais influentes da atualidade, redigiu A anomalia selvagem entre 1979 e 1980, durante seu cárcere italiano. Publicado pela primeira vez no Brasil em 1993, o volume é agora relançado em edição revista por Homero Santiago e Mario Marino, incluindo ainda um breve ensaio sobre a obra redigido por Marilena Chaui. Neste importante livro, Negri articula a filosofia de Baruch Espinosa (1632-1677) à história econômica, social, política e intelectual do século XVII, encontrando na "metafísica materialista" espinosana os elementos para pensar "uma fenomenologia da prática revolucionária" constitutiva do futuro.
R$ 74,00

 
Obras incompletas

Friedrich Nietzsche
Organização de Gérard Lebrun

Projeto gráfico de Raul Loureiro
Seleção e ensaio de Gérard Lebrun Prefácio e revisão técnica de Márcio Suzuki Posfácio de Antonio Candido
 
Antologia primorosa dos escritos de Friedrich Nietzsche (1844-1900), reunindo passagens essenciais de todos os seus livros, estas Obras incompletas são, ao mesmo tempo, bem mais que isso: pela argúcia das escolhas do organizador Gérard Lebrun e pela beleza das traduções de Rubens Rodrigues Torres Filho, constituem uma introdução singular ao pensamento do grande filósofo alemão. Na contramão de todo didatismo simplificador, o que se desenha nestas páginas é menos um corpo de doutrina filosófica e mais um método de interrogação - de textos clássicos, de ideias feitas, da própria condição humana - que talvez seja o que há de mais precioso na obra de Nietzsche.
R$ 99,00

     
Imagem-máquina
A era das tecnologias do virtual

André (org.) Parente
Organização de André Parente

 
Coletânea de 24 textos que giram em torno dos problemas colocados pelas novas tecnologias da imagem. Entre os autores brasileiros, canadenses, franceses, italianos e norte-americanos figuram nomes como Paul Virilio, Jean Baudrillard, Antonio Negri, Félix Guattari, Jean-François Lyotard, Arlindo Machado, Nelson Brissac e outros.
R$ 74,00
 
A perspectiva inversa

Pável Floriênski

Apresentação de Neide Jallageas
 
Considerado por muitos o "Leonardo da Vinci russo", Pável Floriênski (1882-1937) foi matemático, filósofo e inventor, além de teólogo e padre da Igreja Ortodoxa. Frequentador dos círculos simbolistas de Moscou no início do século XX, engenheiro na Rússia pós-revolucionária, e depois vítima das perseguições políticas do stalinismo, Floriênski tem no ensaio A perspectiva inversa (1919) - publicado pela primeira vez no Brasil - um de seus mais importantes legados.
indisponível
R$ 52,00

 
Fedro

Platão

Edição bilíngue
Posfácio e notas de José Trindade Santos
 
Em Fedro, Platão (428-347 a.C.) nos coloca diante de três discursos sobre o amor - o do orador Lísias, retomado por Fedro, e os dois de Sócrates -, proferidos durante uma caminhada fora dos muros de Atenas. Neste belo diálogo, se discute não apenas Eros, mas a natureza da própria arte retórica, da memória e da escrita. Com tradução inédita de José Cavalcante de Souza, um dos fundadores da área de Estudos Clássicos no Brasil, o volume, bilíngue, conta com um texto de apresentação do próprio tradutor, além de ensaio e notas do helenista português José Trindade Santos.
R$ 68,00

     
O Banquete

Platão

Edição bilíngue
 
O Banquete é um dos diálogos mais célebres de Platão (428-347 a.C.). Ambientado durante um jantar oferecido pelo poeta Agatão em Atenas, põe em cena Sócrates, Aristófanes e outros convivas enfrentando-se em uma competição: cada um deve fazer um discurso de elogio à figura de Eros, o deus do amor. A consagrada tradução de José Cavalcante de Souza, acompanhada de notas e um alentado ensaio, é apresentada agora em edição revista e bilíngue, colocando novamente à disposição do leitor um dos trabalhos fundadores dos Estudos Clássicos no Brasil.
R$ 68,00
 
Erro, ilusão, loucura

Bento Prado Jr.

 
A partir de comentários em torno de uma gravura dos Desastres da guerra, de Goya, o filósofo e professor Bento Prado Jr. reuniu aqui sete textos produzidos na década de 1990, nos quais retoma sua conhecida reflexão sobre Bergson, e aborda ainda as obras de Descartes, Deleuze, Wittgenstein e outros, numa atualíssima investigação sobre o lugar do sujeito.
indisponível
R$ 67,00

 
A geração dos corpos organizados em Maupertuis

Maurício de Carvalho Ramos

 
Neste aprofundado estudo, Maurício de Carvalho Ramos analisa a trajetória da filosofia natural de Pierre-Louis Moreau de Maupertuis (1698-1759), um dos mais importantes homens de ciência da época das Luzes. O livro mostra como Maupertuis formula o princípio da mínima ação - segundo o qual em toda mudança que ocorre no universo a ação despendida é sempre a menor possível -, e como sua teoria da geração orgânica trouxe uma nova abordagem nas questões relativas à mestiçagem e à hibridização, à produção de malformações e à transformação de raças e espécies.aolp
R$ 83,00

     
A partilha do sensível
Estética e política

Jacques Rancière

Tradução de
Mônica Costa Netto
 
De forma breve e sucinta, Rancière explicita conceitos-chave de seu pensamento, como o vínculo indissolúvel entre arte e política, que se baseia no modo como as operações do fazer são partilhadas pelos membros de uma comunidade. Uma excelente introdução à obra de um dos maiores filósofos da atualidade.aolp
R$ 45,00
 
Aisthesis: cenas do regime estético da arte

Jacques Rancière

Projeto gráfico de Raul Loureiro
 
Publicado originalmente em 2012, Aisthesis é provavelmente a suma da reflexão estética de Jacques Rancière, um dos mais destacados filósofos franceses, sobre a emergência moderna da noção de arte entre os séculos XVIII e XX. Inspirado no livro Mimesis, de Auerbach, e tomando como ponto de partida as mais variadas obras de arte e peças da crítica — como um trecho da Estética de Hegel, um artigo de jornal sobre uma trupe de acrobatas ingleses em Paris, o romance O vermelho e o negro, a performance de uma bailarina americana, os estudos de Rodin, as fotografias de Stieglitz, os filmes de Chaplin ou Dziga Viértov —, Rancière esboçou aqui uma verdadeira contra-história da arte moderna, em oposição aos dogmas que propugnam a autonomia total da criação artística.
R$ 83,00

 
As margens da ficção

Jacques Rancière

Tradução de Fernando Scheibe
 
Se, na idade moderna, a sociologia, a ciência política e outras formas de conhecimento tomaram para si a razão ficcional aristotélica, produzindo narrativas com começo, meio e fim, invertendo ao final as expectativas, a ficção moderna trilhou o caminho contrário e instaurou no centro da literatura aquilo que sempre esteve nas suas beiradas — os acontecimentos triviais, os seres humanos comuns e o momento qualquer que pode condensar uma vida inteira. Nos doze ensaios de As margens da ficção, Jacques Rancière, um dos principais nomes da filosofia francesa contemporânea, acompanha esse processo revolucionário inicialmente nas obras de Stendhal, Balzac, Flaubert, Proust e Rilke, passa pelas técnicas narrativas em O capital de Karl Marx, até chegar nos romances de Conrad, Sebald, Faulkner e Virginia Woolf, fechando com uma inspirada análise das Primeiras estórias de Guimarães Rosa.
R$ 59,00

     
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