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Raphael Rabello
O violão em erupção
Lucas Nobile
Prefácio de Zuza Homem de Mello
Apoio: Rumos Itaú Cultural
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| Esta biografia do violonista carioca Raphael Rabello (1962-1995) conta a meteórica trajetória de um dos maiores instrumentistas que este país já conheceu. Ainda muito jovem ele se tornou um dos principais músicos de estúdio e acompanhantes de shows de nossa MPB, partindo em seguida para a carreira solo com o disco Rafael Sete Cordas em 1982 e assinando álbuns em parceria com Radamés Gnattali, Ney Matogrosso, Paulo Moura, Elizeth Cardoso e Dino 7 Cordas, entre outros, até sua precoce e trágica morte aos 32 anos. Escrito pelo jornalista Lucas Nobile, o livro traz ainda listagens completas de todas as gravações e composições de Raphael, além de dezenas de imagens inéditas deste músico que revolucionou a técnica do violão no Brasil. |
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Águas de março
Sobre a canção de Tom Jobim
Ensaios de Augusto Massi, Arthur Nestrovski e Walter Garcia
Depoimentos de Tom Jobim
Fotografias de Ana Lontra Jobim
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“O samba mais bonito do mundo”, segundo Chico Buarque, “Águas de março”, a canção de Tom Jobim composta em 1972, é a obra-prima desse compositor que fez a música popular brasileira ser admirada no mundo inteiro. Todos conhecem seu início, “É pau, é pedra, é o fim do caminho...”, mas qual o seu segredo? Os três ensaios aqui reunidos buscam desvendar a conjunção de elementos que a tornam tão fascinante: elementos musicais, poéticos, que remetem à biografia de Tom e às fontes de nossa cultura em que bebeu. Assinados por Augusto Massi, Arthur Nestrovski e Walter Garcia, os textos formam uma sequência que vai adensando passo a passo nosso entendimento da canção. Completam o volume uma reconstituição da gravação original da música, dois depoimentos de Tom Jobim, imagens de Poço Fundo (o lugar onde “Águas de março” nasceu) pelas lentes de Ana Lontra Jobim, além de fotos e impressos de época. |
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A canção no tempo
85 anos de músicas brasileiras (Vol. 1: 1901-1957)
Jairo Severiano
Zuza Homem de Mello
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| A canção no tempo - Vol. 1 relaciona, classifica e analisa as canções que o povo brasileiro consagrou entre os anos de 1901 e 1957. É, pode-se dizer, a história da música popular brasileira na primeira metade do século XX contada por suas canções de maior sucesso - das modinhas e lundus de Eduardo das Neves, Cadete e Baiano, das obras de Chiquinha Gonzaga, Ernesto Nazareth e Pixinguinha, passando pela fase áurea do rádio com Francisco Alves, Ary Barroso, Lamartine Babo, Carmen Miranda, Ataulfo Alves, Noel Rosa e Dorival Caymmi, entre muitos outros, até as composições pré-bossa nova de Dolores Duran, Luís Bonfá e Tom Jobim na década de 1950. Esta edição, revista e ampliada, traz 21 novas composições em destaque, totalizando 288 canções comentadas no volume. |
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