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Coleção Dostoiévski 200 Anos

 

Fiódor Dostoiévski

Ilustrações de Oswaldo Goeldi e Alfred Kubin

7688 p. - 43,8 x 23,6 x 1 cm
ISBN 978-65-5525-079-4
2021

Trazendo a prosa completa de Fiódor Mikháilovitch Dostoiévski (1821-1881) na comemoração dos 200 anos de seu nascimento, esta coleção reúne 24 volumes, do primeiro romance do autor, Gente pobre (1846), ao último, Os irmãos Karamázov (1880), incluindo seus contos e os textos literários de Diário de um escritor (compilados no volume Contos reunidos), além das Crônicas de Petersburgo. O conjunto registra toda a evolução da obra desse gênio da literatura, sempre em traduções diretas do russo — um trabalho grandioso da Editora 34, iniciado em 2000 com a publicação de Memórias do subsolo.
Gente pobre (1846), tradução de Fátima Bianchi [2009]
O duplo (1846), tradução de Paulo Bezerra, ilustrações de Alfred Kubin [2011]
Crônicas de Petersburgo (1847), tradução de Fátima Bianchi [2020]
A senhoria (1847), tradução de Fátima Bianchi, ilustrações de Paulo Camillo Penna [2006]
Noites brancas (1848), tradução de Nivaldo dos Santos, ilustrações de Livio Abramo [2005]
Niétotchka Niezvânova (1849), tradução de Boris Schnaiderman [2002]
Um pequeno herói (1857), tradução de Fátima Bianchi, ilustrações de Marcelo Grassmann [2015]
A aldeia de Stepántchikovo e seus habitantes (1859), tradução de Lucas Simone, ilustrações de Darel [2012]
Dois sonhos: O sonho do titio (1859) e Sonhos de Petersburgo em verso e prosa (1861), tradução de Paulo Bezerra [2012]
Humilhados e ofendidos (1861), tradução de Fátima Bianchi, ilustrações de Oswaldo Goeldi [2018]
Escritos da casa morta (1862), tradução de Paulo Bezerra, ilustrações de Oswaldo Goeldi [2020]
Uma história desagradável (1862), tradução de Priscila Marques [2016]
Memórias do subsolo (1864), tradução de Boris Schnaiderman [2000]
O crocodilo (1865) e Notas de inverno sobre impressões de verão (1863), tradução de Boris Schnaiderman [2000]
Crime e castigo (1866), tradução de Paulo Bezerra, ilustrações de Evandro Carlos Jardim [2001]
Um jogador (1867), tradução de Boris Schnaiderman, ilustrações de Axel Leskoschek [2004]
O idiota (1869), tradução de Paulo Bezerra, ilustrações de Oswaldo Goeldi [2002]
O eterno marido (1870), tradução de Boris Schnaiderman [2003]
Os demônios (1872), tradução de Paulo Bezerra, ilustrações de Claudio Mubarac [2004]
Bobók (1873), tradução de Paulo Bezerra, ilustrações de Oswaldo Goeldi [2012]
O adolescente (1875), tradução de Paulo Bezerra [2015]
Duas narrativas fantásticas: A dócil (1876) e O sonho de um homem ridículo (1877), tradução de Vadim Nikitin [2003]
Os irmãos Karamázov (1880), tradução de Paulo Bezerra, ilustrações de Ulysses Bôscolo [2008]
Contos reunidos (1846-1880), tradução de Priscila Marques e outros [2017]


Sobre o autor
Fiódor Mikháilovitch Dostoiévski nasceu em Moscou em 1821, e estreou na literatura com o romance Gente pobre, em 1846, ao qual se seguiram O duplo (1846) e Noites brancas (1847), entre outros. Após ser preso e condenado à morte pelo regime tsarista em 1849, teve sua pena comutada para quatro anos de trabalhos forçados na Sibéria, experiência retratada em Escritos da casa morta, livro que começou a ser publicado em 1860, um ano antes de Humilhados e ofendidos. Após esse período, escreve Memórias do subsolo (1864), Um jogador (1867), O eterno marido (1870) e uma sequência de grandes romances, Crime e castigo (1866), O idiota (1869), Os demônios (1872) e O adolescente (1875), culminando com a publicação de Os irmãos Karamázov em 1880. De 1873 até o ano de sua morte publicou ainda o Diário de um escritor, reunindo peças jornalísticas e de ficção. Reconhecido como um dos maiores autores de todos os tempos, Dostoiévski morreu em São Petersburgo, em 1881.





Sobre os tradutores
Boris Schnaiderman, considerado um dos maiores intelectuais e tradutores do russo em nosso país, nasceu em Úman, na Ucrânia, em 1917. Em 1925, aos oito anos de idade, veio com os pais para o Brasil, formando-se depois na Escola Nacional de Agronomia do Rio de Janeiro. Naturalizou-se brasileiro nos anos 1940, tendo se alistado para lutar na Segunda Guerra Mundial como sargento da FEB. Começou a fazer traduções de autores russos em 1944 e a colaborar na imprensa brasileira a partir de 1957, tendo publicado desde então diversos livros sobre cultura e literatura, além de versões para obras de Púchkin, Dostoiévski, Tolstói, Tchekhov, Górki, Maiakóvski e outros. Mesmo sem ter estudado formalmente Letras, foi escolhido para iniciar o curso de Língua e Literatura Russa da Universidade de São Paulo em 1960, instituição onde permaneceu até sua aposentadoria, em 1979, e pela qual recebeu o título de Professor Emérito em 2001. Ganhou em 2003 o Prêmio de Tradução da Academia Brasileira de Letras, e em 2007 foi agraciado pelo governo da Rússia com a Medalha Púchkin, em reconhecimento por sua contribuição na divulgação da cultura russa no exterior. Faleceu em São Paulo em 2016, aos 99 anos de idade.

Paulo Bezerra estudou língua e literatura russa na Universidade Lomonóssov, em Moscou, e foi professor de teoria da literatura na UERJ e de língua e literatura russa na USP. Livre-docente em Letras, leciona atualmente na Universidade Federal Fluminense. Já verteu diretamente do russo mais de quarenta obras nos campos da filosofia, psicologia, teoria literária e ficção, destacando-se suas traduções de Crime e castigo, O idiota, Os demônios, O adolescente e Os irmãos Karamázov, de Dostoiévski. Em 2012 recebeu do governo da Rússia a Medalha Púchkin, por sua contribuição na divulgação da cultura russa no exterior.


Fátima Bianchi é professora da área de Língua e Literatura Russa do curso de Letras da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo. Entre 1983 e 1985, estudou no Instituto Púchkin de Língua e Literatura Russa, em Moscou, e em 2005 fez estágio na Faculdade de Filologia da Universidade Estatal Lomonóssov, na Rússia. Traduziu Ássia (Cosac Naify, 2002) e Rúdin (Editora 34, 2012), de Ivan Turguêniev; Verão em Baden-Baden, de Leonid Tsípkin (Companhia das Letras, 2003); e Uma criatura dócil (Cosac Naify, 2003), A senhoria (Editora 34, 2006), Gente pobre (Editora 34, 2009), Um pequeno herói (Editora 34, 2015) e Humilhados e ofendidos (Editora 34, 2018), de Fiódor Dostoiévski, entre outros, além de publicar artigos de crítica literária. Tem participado de conferências sobre a vida e obra de Dostoiévski em várias localidades e é coordenadora regional da International Dostoevsky Society.



Sobre o ilustrador
Oswaldo Goeldi nasceu em 31 de outubro de 1895, no Rio de Janeiro, filho do naturalista suíço Emílio Goeldi. Em 1901, a família se muda para a Europa, e no ano em que eclode a Primeira Guerra Mundial, Goeldi ingressa na Escola Politécnica de Zurique. Em 1917, após a morte do pai, abandona a Politécnica e matricula-se na École des Arts et Métiers de Genebra. Em 1919 sua família retorna ao Rio de Janeiro, ano em que inicia atividade como ilustrador para revistas e jornais, passando a trabalhar também com xilogravura a partir de 1924. Nos anos 1940, realiza para a José Olympio desenhos e gravuras para as seguintes obras de Dostoiévski: Humilhados e ofendidos (1944), Memórias do subsolo (1944), Recordações da casa dos mortos (1945) e O idiota (1949). Em 1960, Goeldi recebe o grande Prêmio Internacional de Gravura da Bienal do México. Considerado um dos maiores artistas brasileiros, falece a 15 de fevereiro de 1961 em sua casa-ateliê no Leblon

Veja também

 


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