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Coleção: Poesia  
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Tudo pronto para o fim do mundo

Bruno Brum

 
Tudo pronto para o fim do mundo, quarto livro do poeta mineiro Bruno Brum, não poderia estar mais em sintonia com os dias atuais. É de um desencanto profundo com as formas assumidas pela vida contemporânea que nascem estes poemas, ainda que perpassados de humor e, por vezes, de uma réstia de lirismo ou ternura. Iconoclasta, perspicaz, cínica e melancólica, a poesia de Bruno Brum se move como o personagem de seu "Porcossauro" - um dos poemas-síntese do livro -, misto de porco e dinossauro que vagueia, cabisbaixo e pensativo, por um mundo em vias de extinção: "Não há para onde ir, conclui, atravessando a rua".
R$ 39,00
 
Jóquei

Matilde Campilho

 
O escritor é alguém que presta atenção ao mundo, disse Susan Sontag. O poeta talvez seja alguém que, ao prestar atenção, se espanta com o mundo e, sobretudo, consegue fazer a linguagem se espantar com ele - e dar saltos. Pois este Jóquei dá muitos saltos, a todo instante. São poemas em prosa, conversas por telefone, cartas para crianças, explosões de ternura. Passeando pelas ruas do Rio de Janeiro, perseguindo carros de bombeiro pelo Brooklyn ou contemplando ondas gigantes de um balcão, sopra deste livro - como disse o crítico Gustavo Rubim, saudando sua primeira edição (Lisboa, Tinta-da-China, 2014) - um "vento de pura selvageria".
R$ 47,00

 
Esta vida:
poemas escolhidos

Raymond Carver

Tradução de Cide Piquet
Edição bilíngue
 
Reconhecido como um dos mestres do conto no século XX, Raymond Carver (1938-1988) é autor de uma obra poética que se equipara, em fôlego e intensidade, a sua obra de ficcionista. Mais do que isso: a poesia oferece um ponto de vista privilegiado para compreender a visão de mundo do escritor. Admirador de William Carlos Williams e com um pé na tradição confessional de Robert Lowell e Sylvia Plath, Carver mantém em seus poemas um registro sempre próximo à vida cotidiana, condensando experiências de grande pungência e alta voltagem lírica. Primeira coletânea da obra poética de Carver em nosso país, Esta vida reúne cinquenta poemas do autor, selecionados e traduzidos por Cide Piquet com base em seus principais livros de poesia - Fogos (1983), Onde a água se junta a outra água (1985), Ultramar (1986) e Um novo caminho para a queda d'água, publicado postumamente em 1989.
indisponível
R$ 54,00

     
carvão : : capim

Guilherme Gontijo Flores

 
Nesta quinta coletânea poética de Guilherme Gontijo Flores, carvão :: capim, esses dois elementos quase contraditórios funcionam, conjuntamente, como um símbolo do ciclo da vida. Dividido em quatro partes, o livro parte de uma "Petrografia esparsa", com poemas que aludem às tantas mortes que marcaram e continuam a marcar nossa história. Em seguida, "História dos animais" propõe uma zoopoética que não deixa de enxergar a beleza da morte iluminada, por exemplo, numa pedra de âmbar. Já "Quatro cantatas fúnebres" traz poemas dedicados à guerrilheira Dinalva Oliveira e ao poeta salvadorenho Roque Dalton, ambos assassinados por motivos políticos, para desaguar na parte final, "Lo ferm voler" (referência a um verso do trovador medieval Arnaut Daniel), onde o impulso lírico-amoroso vem reafirmar a vida, o viço e a vontade.
R$ 39,00
 
Nuvens

Hilda Machado

 
Quantos poetas passam pela vida sem jamais publicar um livro? Hilda Machado, pesquisadora e cineasta nascida no Rio de Janeiro em 1951 e falecida em 2007, foi professora na Universidade Federal Fluminense e diretora premiada em festivais de cinema nacionais. Paralelamente, escrevia poemas, dos quais só publicou dois em vida, sendo que um deles, "Miscasting", tornou-se um verdadeiro cult no nosso meio literário. Deixou, porém, o manuscrito deste Nuvens, que chegou a registrar na Biblioteca Nacional, e que agora se publica graças à colaboração de Angela Machado, irmã da autora, e ao poeta Ricardo Domeneck, que assina o texto de apresentação do volume
R$ 39,00

 
Bigornas

Yasmin Nigri

 
Livro de estreia da carioca Yasmin Nigri, Bigornas é um trabalho surpreendentemente sólido. Mais que uma simples coletânea de poemas, o livro é construído sobre a ideia de formação poética e tangencia questões como solidão, violência e fracasso. Dividido em quatro partes, reúne desde alguns de seus primeiros poemas, mais distendidos e bem-humorados (Rua de Ontem), passando por uma série dedicada a artistas que influenciam seu olhar (Recibos) e por um romance entre mulheres (Mulher Malevich), até os da última parte (Bigornas), cuja concisão e densidade lhes atribui a eficácia dos golpes bem-assestados.
R$ 42,00

     
Só para maiores de cem anos
antologia (anti)poética

Nicanor Parra

Tradução de Joana Barossi e Cide Piquet
Edição bilíngue
 
Nicanor Parra (1914-2018) foi um dos principais poetas chilenos do século XX e para muitos, como o crítico Harold Bloom, um dos maiores poetas do Ocidente. Desde 1954, quando lançou Poemas e antipoemas e criou a "antipoesia" (com uma linguagem próxima àquela falada nas ruas, irônica e provocadora), até 2018, quando faleceu aos 103 anos, Parra nunca deixou de escrever e publicar, reinventando-se a cada geração, com uma obra que revolucionou a literatura de seu país e influenciou autores em todo o mundo, de Ferlinghetti a Roberto Bolaño. Só para maiores de cem anos é a primeira grande antologia de Parra publicada no Brasil, em edição bilíngue, e reúne 75 poemas de seus principais livros, selecionados e traduzidos por Joana Barossi e Cide Piquet.
indisponível
R$ 62,00
 
qvasi:
segundo caderno

Edimilson de Almeida Pereira

 
Com vários livros publicados nos últimos trinta anos, Edimilson de Almeida Pereira é uma das principais vozes da poesia brasileira contemporânea. Este qvasi (do latim "como se", de onde vem o português "quase") reúne as principais vertentes de sua pesquisa poética e intelectual: literatura, antropologia, cultura popular e religiosidade.
A partir de suas andanças e estudos pelo interior mineiro, o ouvido do poeta recolhe falas e falares para dar voz a seres e coisas que nem sempre têm vez nas folhas dos livros: seja um morcego, um morro ou um andarilho. Sagrado e profano, passado e presente, dito e ouvido se condensam em poemas tão cortantes quanto precisos, cuja secura é fruto da mais fina maturação. "NÃO, pedra ang/ ular dos sem PALAVRA."
R$ 45,00

 
O coração pronto para o roubo
Poemas escolhidos

Manuel António Pina
Organização de Leonardo Gandolfi

 
Manuel António Pina (1943-2012), vencedor do Prêmio Camões em 2011, é um dos maiores nomes da poesia portuguesa contemporânea. O coração pronto para o roubo, volume organizado por Leonardo Gandolfi - poeta e professor de literatura portuguesa na Unifesp, responsável também pelo posfácio e pela seleta de entrevistas que integram a edição -, é a primeira coletânea poética do autor publicada no Brasil e reúne mais de oitenta poemas de todos os seus livros.
R$ 49,00

     
Caçambas

Ruy Proença

Livro patrocinado pelo Programa Petrobras Cultural
 
Dispostos em duas seções, "Rádio de galena" e "Singular coletivo", os 76 poemas de Caçambas, de Ruy Proença, constituem um inventário, por um lado, amplo o bastante para figurar passagens da história do século XX e grandezas cósmicas como meteoros e buracos negros, por outro, preciso e delicado o suficiente para tratar com afeto o sentimento do maravilhoso e as batalhas (ganhas e perdidas) da infância e da vida adulta.
R$ 42,00
 
Píer

Sérgio Alcides

Projeto apoiado pelo Programa Petrobras Cultural
 
Novo livro de poemas de Sérgio Alcides, Píer tem como cenário recorrente o litoral, a praia, a marinha. Muitos textos são compostos como se fossem paisagens, mas o "país" que eles retratam não se prende completamente a nenhuma geografia exterior à própria linguagem da poesia -onde a vida, a memória e a história se reordenam, transfiguradas. O conjunto inclui, além de números avulsos, três "suítes" de poemas: "Ossada", "Píer" (iniciada quando o autor foi escritor-residente do Instituto Sacatar de Itaparica, em 2004) e "À margem do São Francisco".
R$ 39,00

 
Treme ainda

Fabio Weintraub

Livro patrocinado pelo Programa Petrobras Cultural
 
Movidos por uma "espécie de desamparo visceral e inquietante", como observou o poeta e crítico português Manuel de Freitas, os poemas de Fabio Weintraub reunidos em Treme ainda extraem sua força de situações extremas, quase terminais. Em versos de um expressionismo frio e medido, o poeta põe em cena todo um arsenal de máscaras e vozes de figuras relegadas às margens da sociedade brasileira para colher aí, no limite, a corrente dilacerada e pulsante da subjetividade contemporânea.
R$ 37,00

     
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