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O estilo de Dostoiévski

Nikolai Tchirkóv

Tradução de Paulo Bezerra
 
Referência incontornável na fortuna crítica do autor de Crime e castigo, este livro do professor russo Nikolai Tchirkóv (1891-1950) analisa de forma detalhada a evolução do estilo de Dostoiévski a partir de seus principais romances, de Gente pobre (1846) a Os irmãos Karamázov (1880). Jogando luz sobre o processo de construção das narrativas do escritor, que inicialmente parte da Escola Natural e do romantismo para depois encontrar seu estilo próprio baseado nas figuras do “homem do subsolo” e do “homem-universo”, este volume é uma excelente porta de entrada para os leitores que quiserem conhecer mais a fundo a obra deste gênio da literatura.
R$ 75,00
 
Artes plásticas e trabalho livre II
De Manet ao Cubismo Analítico

Sérgio Ferro

 
Este é o segundo volume de Artes plásticas e trabalho livre, desta vez cobrindo momentos decisivos do embate entre arte acadêmica e arte moderna, num arco que vai de Manet (incluindo um inovador estudo do quadro Um bar no Folies Bergère, de 1881-82) até Braque e Picasso, passando pelo Impressionismo, por Van Gogh e Cézanne. Neste livro, Sérgio Ferro, autor de O canteiro e o desenho e ex-professor da FAU-USP e da École d’Architecture de Grenoble, empreende uma releitura radical da história da arte, em que as obras se tensionam entre a conversão à forma-mercadoria e a preservação de uma espécie de memória de sua origem no trabalho artesanal e “livre”.
R$ 75,00

 
Meninas

Liudmila Ulítskaia

Tradução de Irineu Franco Perpetuo
Posfácio de Danilo Hora
 
Primeira obra de Liudmila Ulítskaia publicada no Brasil, Meninas reúne seis contos que formam um ciclo de histórias perfeitamente arquitetado pela autora. Ambientados em Moscou no período próximo à morte de Stálin, em 1953, os contos são protagonizados por meninas de 9 a 11 anos de idade, que aparecem e reaparecem na peculiar sequência das narrativas. Reconhecida como uma das maiores prosadoras russas em atividade e recorrentemente cotada para o Prêmio Nobel de Literatura, Ulítskaia explora aqui com graça e sensibilidade as refrações da grande história no mundo interior e nas relações sociais das personagens.
R$ 56,00

     
Poemas humanos

César Vallejo

Edição bilíngue
Projeto gráfico de Raul Loureiro
 
Escritos ao longo da década de 1930 e publicados postumamente, estes Poemas humanos, são um dos pontos altos da poesia do peruano César Vallejo (1892-1938). O vocabulário hipnótico, a um só tempo coloquial e preciso; os versos livres, mas trabalhados em filigrana; a gama de temas, que vão do mundano e do político ao trágico e ao existencial — tudo isso converge em poemas de intenso lirismo e igual modernidade, com poucos paralelos na poesia do século XX. Nesta nova versão brasileira dos Poemas humanos, os tradutores Fabrício Corsaletti e Gustavo Pacheco enfrentaram o texto de Vallejo sem se conceder atalhos fáceis. O resultado é esta edição, bilíngue e acompanhada de notas copiosas, que busca tornar audível em português do Brasil uma das vozes mais poderosas da poesia latino-americana.
R$ 83,00
 
Cantos

Giacomo Leopardi

Tradução de Álvaro Antunes
Edição bilíngue
Introdução e notas de Álvaro Antunes
 
Uma das principais obras do cânone ocidental, os Cantos de Giacomo Leopardi (1798-1837) compreendem 41 poemas escritos e reescritos pelo autor entre 1816 e 1836. Considerado por Harold Bloom “o maior dos poetas italianos desde Dante e Petrarca”, Leopardi registrou em seus versos — com uma técnica e uma sensibilidade elogiadas por nomes como Nietzsche, Pound e Beckett — os aspectos mais significativos da experiência humana, da felicidade agônica provocada pelo amor ao sentimento áspero da natureza madrasta e da nulidade dos nossos esforços. Precedida por uma luminosa introdução à vida e à obra do poeta, a tradução de Álvaro A. Antunes, publicada pela primeira vez em 1985 e revista especialmente para esta edição bilíngue, reproduz fielmente os metros e os esquemas estróficos do original.
R$ 86,00

 
Autobiografia do vermelho
Um romance em versos

Anne Carson

Tradução de Ismar Tirelli Neto
 
A canadense Anne Carson é uma das autoras mais reconhecidas da atualidade, seja como helenista, tradutora, ensaísta ou poeta. Autobiografia do vermelho, seu livro mais conhecido, reúne todas essas facetas ao recriar, nos nossos tempos, o mito grego de Gerião, um monstro vermelho a quem Héracles teve de exterminar para assim cumprir um de seus doze trabalhos. Sob o signo de Gertrude Stein, Emily Dickinson e do obscuro Estesícoro, primeiro poeta a tratar em formas líricas o mito de Gerião nos séculos VII-VI a.C., Carson compôs este “romance em versos”, transformando Gerião em um menino sensível e absorto que vivencia uma intensa relação amorosa com Héracles — um bravo experimento formal recriado com arrojo na bela tradução de Ismar Tirelli Neto.
R$ 59,00

     
Roland Barthes: biografia

Tiphaine Samoyault

Tradução de Sandra Nitrini
Projeto gráfico de Raul Loureiro
Revisão técnica de Regina Salgado Campos
 
Figura central do pensamento francês no século XX, Roland Barthes (1915-1980) tem aqui a sua vida e obra esmiuçada por uma das intelectuais mais brilhantes da nova geração, Tiphaine Samoyault. Percorrendo os temas de eleição do autor (obras, criadores, linguagens, teorias, mitos), e com base em materiais inéditos (arquivos, diários, documentos pessoais), a biógrafa lança nova luz sobre suas ideias e confere coerência e substância à figura de Barthes — um homem de sua época, mas que segue falando à nossa, seja por sua prontidão perspicaz à aventura intelectual e literária, seja ainda por sua reticência íntima e irônica diante de todo discurso de autoridade.
R$ 113,00
 
As Troianas

Eurípides

Tradução de Trajano Vieira
Texto de Jean-Paul Sartre
Ensaio de Chris Carey
Edição bilíngue
 
A peça As Troianas, de Eurípides (c. 480-406 a.C.), trata do destino das mulheres de Troia após a derrota da cidade para os gregos, ao final da famosa guerra imortalizada por Homero na Ilíada. Aprisionadas pelas tropas lideradas por Agamêmnon, as protagonistas da peça, incluindo Cassandra, Andrômaca e Helena, lamentam seus infortúnios tendo Hécuba, a rainha troiana, como figura central. Encenada em 415 a.C. em Atenas, meses após o massacre de Melos pelos atenienses, a peça acabou se tornando um verdadeiro libelo contra as atrocidades da guerra. A presente edição, bilíngue, traz a primorosa tradução de Trajano Vieira e textos críticos de Jean-Paul Sartre e do helenista britânico Chris Carey.
R$ 59,00

 
Robinson Crusoé e seus amigos

Leonardo Gandolfi

 
Novo livro de poemas de Leonardo Gandolfi, Robinson Crusoé e seus amigos reserva uma surpresa aos leitores. Por um efeito de looping da linguagem — mas também pelo coro de vozes, histórias, referências e personagens que o autor sabiamente instalou no coração desta obra —, a voz que lê um poema é também lida por ele. Entramos assim num território de instabilidades (qualquer semelhança com o século XXI não é mera coincidência) em que as certezas se desestabilizam e as expectativas se alteram. O surpreendente, porém, é que o caos resultante não suprime os afetos, mas antes reafirma sua necessidade — como se nota no excepcional poema de abertura, que dá título ao volume.
R$ 48,00

     
Odes

Horácio

Tradução de Pedro Braga Falcão
Edição bilíngue
 
Verdadeiro marco da lírica ocidental, as Odes de Horácio reúnem, em quatro livros, 103 poemas escritos em latim no século I a.C., obra monumental que viria a influenciar uma legião de autores na posteridade, de Petrarca a Fernando Pessoa, de Ronsard a Bertolt Brecht. Autor também de Sátiras, Epodos e Epístolas, além do Cântico Secular, Horácio resgatou em suas Odes, com graça e engenho, as variadas formas da poesia grega antiga e alexandrina, propondo uma filosofia de vida baseada tanto no estoicismo como no epicurismo, algo eternizado num dos versos mais famosos da história da literatura, o “Carpe diem” da ode I, 11. A presente edição, bilíngue, traz o conjunto completo das 103 odes de Horácio na inspirada tradução, fluente e musical, de Pedro Braga Falcão, que assina também a introdução e as notas explicativas a cada um dos poemas. O volume inclui ainda o texto Vida de Horácio, de Suetônio (século II d.C.).
R$ 113,00
 
Aisthesis: cenas do regime estético da arte

Jacques Rancière

Projeto gráfico de Raul Loureiro
 
Publicado originalmente em 2012, Aisthesis é provavelmente a suma da reflexão estética de Jacques Rancière, um dos mais destacados filósofos franceses, sobre a emergência moderna da noção de arte entre os séculos XVIII e XX. Inspirado no livro Mimesis, de Auerbach, e tomando como ponto de partida as mais variadas obras de arte e peças da crítica — como um trecho da Estética de Hegel, um artigo de jornal sobre uma trupe de acrobatas ingleses em Paris, o romance O vermelho e o negro, a performance de uma bailarina americana, os estudos de Rodin, as fotografias de Stieglitz, os filmes de Chaplin ou Dziga Viértov —, Rancière esboçou aqui uma verdadeira contra-história da arte moderna, em oposição aos dogmas que propugnam a autonomia total da criação artística.
R$ 83,00

 
Ar-reverso
(Atemwende)

Paul Celan

Edição bilíngue
 
Ar-reverso (Atemwende, 1967) é, como observou Paul Celan, “a coisa mais densa que já escrevi, e também a mais inapreensível”. Escrito entre 1963 e 1965, o livro dialoga com seu famoso discurso O meridiano, de 1960, onde o autor usa pela primeira vez o termo com que nomeará a obra: “Poesia: pode significar um ar-reverso”. Poeta judeu que sofreu na própria pele a barbárie da Shoah, Celan respondeu como nenhum outro ao desafio de “fazer poesia depois de Auschwitz”, reinventando poeticamente a língua de seus algozes para escavar nela uma realidade própria e redentora — uma proposta criativa a que o tradutor Guilherme Gontijo Flores respondeu, nesta edição bilíngue, com raro rigor e inventividade.
R$ 62,00

     
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