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Registro de uma vivência

 

Lucio Costa

Apresentação de Maria Elisa Costa

Posfácio de Sophia da Silva Telles

Coedição: Edições Sesc São Paulo

656 p. - 20 x 27 cm
ISBN 978-85-7326-720-4
2018 - 3ª edição revista
Edição conforme o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa

Registro de uma vivência é o testemunho da figura-chave da arquitetura moderna brasileira. Com seleção do próprio autor, reúne textos, depoimentos, cartas, desenhos, croquis, projetos e fotografias que cobrem toda a trajetória do autor. Lucio Costa atuou decisivamente na grande revolução cultural que tem início com a Semana de Arte Moderna de 1922, fazendo a ponte entre Le Corbusier, Walter Gropius, Frank Lloyd Wright e Mies van der Rohe, pioneiros que conheceu pessoalmente, e brasileiros em começo de carreira que se agregaram à sua volta como Oscar Niemeyer, Affonso Eduardo Reidy, Carlos Leão, Jorge Moreira e Ernani Vasconcellos. O resultado foi uma arquitetura original, que surpreendeu o mundo e garantiu um lugar de destaque na história da disciplina. Em paralelo, Lucio cultivou discretamente um caminho próprio, afim com o projeto modernista, imaginando um elo poético entre nosso passado colonial e a modernidade, fazendo conviver pilotis e cobogós, nosso jeito de morar e preceitos urbanísticos para a sociedade de massas. Não por acaso, durante décadas foi consultor no Patrimônio Histórico, a mesma repartição de Rodrigo Mello Franco e Carlos Drummond de Andrade. Essa fusão de espírito moderno e conhecimento histórico aprofundado revela-se no estilo modelar de uma prosa admirável, livre e naturalmente elegante. Por tudo isso, Registro de uma vivência pode ser colocado junto a livros que revelaram o Brasil aos brasileiros, como Casa-grande e senzala e Raízes do Brasil, obras fundamentais da nossa cultura.
Lançado em 1995 e reimpresso dois anos depois, o livro esgotou-se rapidamente e é hoje um item disputado. Esta nova edição mantém o projeto gráfico original e acrescenta uma nova capa, um índice onomástico, uma apresentação de Maria Elisa Costa sobre o processo de elaboração do livro e um posfácio de Sophia da Silva Telles, uma de nossas mais destacadas críticas de arquitetura.


Sobre o autor
Lucio Costa nasceu em Toulon, na França, em 1902, filho do engenheiro naval Joaquim Ribeiro da Costa e de Alina Marçal Ferreira. Formou-se pela Escola Nacional de Belas Artes, do Rio de Janeiro, em 1922 - instituição da qual viria a ser diretor entre 1930 e 1931, promovendo uma profunda reforma no ensino de arquitetura. Foi coordenador da equipe que concebeu, com a consultoria de Le Corbusier, o edifício do Ministério da Educação e Saúde (1936-45), hoje Palácio Gustavo Capanema, no centro do Rio, e projetou o Pavilhão do Brasil na Feira Mundial de Nova York (1939, com Oscar Niemeyer) e o Park Hotel de Nova Friburgo (1940-44). Em 1957 vence o concurso para o Plano Piloto de Brasília. Assinou projetos arquitetônicos pioneiros, como o Parque Guinle (anos 1940), e planos urbanísticos inovadores, como o da Barra da Tijuca (1969), ambos no Rio. De 1937 a 1972, dirigiu a Divisão de Estudos e Tombamento do SPHAN (Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional). Faleceu no Rio de Janeiro em 1998.



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