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Filosofia, estética e ciência | Psicologia e psicanálise
 


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De Anima

 

Aristóteles


360 p. - 14 x 21 cm
ISBN 978-85-7326-351-0
2006
Prêmio União Latina de Tradução Especializada 2007 - Menção Honrosa

Apesar da enorme importância de Aristóteles para a cultura ocidental, algumas de suas obras carecem até hoje de edições definitivas em língua portuguesa. Este era o caso do De Anima, que a Editora 34 publica agora, pela primeira vez no país em versão integral, traduzida diretamente do grego por Maria Cecília Gomes do Reis.
     Primeiro estudo sistemático da psykhê, entendida aqui como o princípio vital comum a todos os seres animados, o tratado De Anima (literalmente, "Sobre a Alma") representa o ponto culminante da filosofia natural de Aristóteles e está na origem tanto da biologia quanto da psicologia como disciplinas teóricas.
     Além do próprio tratado, o volume inclui também um valioso aparato acadêmico elaborado pela tradutora, com ensaio introdutório, sumário analítico, léxico, uma extensa bibliografia e notas minuciosas que comentam e elucidam, um por um, todos os passos do texto.


Sobre o autor
Aristóteles nasceu em Estagira, no domínio dos reis da Macedônia, em 384 a.C., filho de Nicômaco, médico da corte. Depois da morte do pai, em 367, viveu em Atenas, onde por vinte anos frequentou a Academia de Platão, dedicando-se ao estudo e talvez ao ensino de retórica. A morte do mestre, em 347, leva-o a deixar a cidade. A convite de Hérmias, tirano de Atarneus, na Ásia Menor, junta-se à pequena extensão da Academia que havia ali. Depois da tomada da cidade pelos persas e da morte do amigo, Aristóteles vai viver em Mitilene, na ilha de Lesbos, onde provavelmente desenvolveu grande parte de seus estudos em ciências naturais. Em 343 é nomeado preceptor de Alexandre, o Grande, cargo que exerce por sete anos. O vínculo entre a maior inteligência e o mais poderoso indivíduo da época parece ter trazido fama e condições materiais para que Aristóteles, de volta a Atenas, estabelecesse sua própria escola, o Liceu. Depois da morte de Alexandre, em 323, o sentimento antimacedônico disseminado e livremente expresso levou Aristóteles, que tinha relações estreitas e conhecidas com a Macedônia, para longe de Atenas. Retirou-se então para Cálcis, na ilha Eubeia, onde veio a falecer em 322 a.C.


Veja também
Invenção de Atenas
Gregos, bárbaros, estrangeiros
A cidade e seus outros
O efeito sofístico

 


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