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Flores das "Flores do mal" de Baudelaire

 

Guilherme de Almeida
Charles Baudelaire

Ilustrações de Henri Matisse
Apresentação de Manuel Bandeira

Posfácio de Marcelo Tápia


144 p. - 14 x 21 cm
ISBN 978-85-7326-444-9
2010 - 3ª edição (1ª pela Editora 34)
Edição conforme o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa

Estas Flores das "Flores do mal" reúnem 21 poemas da obra máxima de Charles Baudelaire (1821-1867), colhidos a dedo e recriados com esmero em língua portuguesa, ao longo de oito anos, pelo poeta Guilherme de Almeida.
     Reconhecido por Mário de Andrade e Manuel Bandeira por sua excelência na arte da versificação, Guilherme de Almeida (1890-1969) foi figura de destaque na vida cultural do país na primeira metade do século XX, e exerceu importante influência no movimento modernista brasileiro. Exímio poeta e pensador refinado, foi também um grande e apaixonado tradutor, tendo divulgado o haikai no Brasil e vertido para o português obras de Paul Verlaine, François Villon, Rabindranath Tagore, Oscar Wilde e Tennessee Williams, entre outros. Não foi à toa que, a propósito destas Flores das "Flores do mal", Bandeira afirmou, em texto reproduzido no presente volume, que Guilherme de Almeida sabia "traduzir até diamantes". Sucesso alcançado, explica o poeta-tradutor, porque "sempre soube [estes poemas] de cor e, à força de dizê-los, citá-los e recitá-los, acabei por me surpreender ouvindo-os de mim mesmo, na minha língua mesma".
     Além da apresentação de Manuel Bandeira, esta edição bilíngue inclui as notas em que Guilherme de Almeida comenta aspectos do trabalho de recriação de cada um dos poemas, um posfácio crítico de Marcelo Tápia e as belas ilustrações de Henri Matisse, concebidas para uma antologia das Flores do mal publicada na França em 1947.

Charles Baudelaire nasceu em Paris, em 1821. Órfão de pai aos cinco anos, passou a infância e a adolescência entre Lyon e Paris, onde a duras penas terminou o liceu. Tendo recebido parte da herança paterna em 1842, entregou-se à vida boêmia, vivendo como dândi, colaborando com jornais e entregando-se ao álcool e aos alucinógenos. Foi nessa época que conheceu a haitiana Jeanne Duval, sua musa e amante, ao mesmo tempo que se engajava na refrega artística e literária, defendendo Delacroix e Balzac, entre outros. Em 1848 Baudelaire tomou parte na revolução que pôs fim ao reinado de Luís Filipe, instaurando a breve Segunda República francesa. No mesmo ano, o poeta começou a traduzir as obras de Edgar Allan Poe e dedicar ensaios ao escritor norte-americano. Em 1857 reuniu sua produção poética no volume As flores do Mal, obra que lhe valeu a fama e uma condenação por imoralidade, culminando na apreensão do livro. Em 1860 publicou Os paraísos artificiais, sobre sua experiência com o ópio e o haxixe, e no ano seguinte saiu a segunda edição das Flores do Mal, expurgada de seis poemas, mas acrescida de 32 novos textos. Publica então seus ensaios estéticos mais maduros, como O pintor da vida moderna (1863), e dedica-se à redação dos poemas em prosa de O spleen de Paris, obra lançada postumamente em 1868. Abatido pela sífilis e perseguido pelos credores, se refugia na Bélgica. Após sofrer um acidente vascular, é levado de volta a Paris, onde falece em 1867.


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