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O doente imaginário

 

Molière

Tradução de Marilia Toledo
Ilustrações de Laerte

144 p. - 13.5 x 18 cm
ISBN 978-85-7326-451-7
2010 - 1ª edição (Acordo Ortográfico)

Levada ao palco pela primeira vez em 1673, a peça O doente imaginário tornou-se um dos maiores clássicos da comédia e continua a ser encenada até hoje no mundo inteiro. A divertida intriga criada por Molière (1622-1673) tem por base o conflito entre a autenticidade e a hipocrisia. No centro da trama está o hipocondríaco Argan, figura ao mesmo tempo simpática e detestável, que permanece como um dos grandes personagens a que o célebre dramaturgo francês deu vida.
     A premiada autora de teatro Marilia Toledo nos oferece agora a sua adaptação da obra, voltada aos jovens, que ressalta toda a graça do original, mantendo-se sempre fiel ao espírito crítico e bem-humorado de Molière. Além das geniais ilustrações de Laerte, a edição inclui um esclarecedor texto sobre o processo de montagem de uma peça teatral.


Sobre o autor
Molière é um dos dramaturgos mais encenados em todo o mundo. Nascido em Paris em 1622, seu nome de batismo era Jean-Baptiste Poquelin, mas foi com seu pseudônimo que entrou para a história do teatro universal. Grande renovador da dramaturgia francesa, pai da comédia de costumes, ele não apenas escrevia suas peças, mas também as dirigia e atuava nelas. Por muito tempo, rodou seu país em trupes itinerantes, até estabelecer-se na corte de Luís XIV, em 1658. O rei passou então a patrociná-lo e a protegê-lo contra os setores conservadores, que consideravam suas peças indecentes. Faleceu em 1673, ano de estreia de O doente imaginário, sua última peça.



Sobre o tradutor
Marilia Toledo estreou no teatro para crianças em 2000, com a peça Amídalas, que lhe valeu o prêmio APCA de Melhor Musical Infantil. Seguiram-se Marias do Brasil (2003) e as adaptações de O doente imaginário (2007) e Sonho de uma noite de verão (2008). Com A odisseia de Arlequino (2009), obteve o prêmio de Melhor Espetáculo para Crianças da Cooperativa Paulista de Teatro e o 17º Prêmio FEMSA, em quatro categorias, incluindo a de Melhor Espetáculo Infantil. Desde 2009 conduz o Miniteatro, espaço cênico de repertório integrado ao complexo teatral da praça Roosevelt, em São Paulo.



Sobre o ilustrador
Laerte é um dos mais respeitados cartunistas brasileiros. Suas tiras e charges frequentaram publicações históricas como Ovelha Negra, Pasquim, Circo e Piratas do Tietê — estas duas fundadas por ele próprio —, e veículos de grande circulação, como Veja, IstoÉ, O Estado de S. Paulo e Folha de S. Paulo, onde mantém espaços regulares desde 1991. Foi diversas vezes premiado no Salão de Humor de Piracicaba e com o Angelo Agostini, além de receber o Troféu HQMix em praticamente todas as suas edições. Ilustrou, entre outros, O livro das tatianices, de Tatiana Belinky (2004) e Agora eu era, de Arthur Nestrovski (2009).

Veja também
As aves
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Pluto ou Um deus chamado dinheiro
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Lisístrata ou A greve do sexo
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