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Nebulosas
Narcisa Amália
Textos em apêndice de Pessanha Póvoa, Machado de Assis e Narcisa Amália
Leitura obrigatória do vestibular da Fuvest 2026-29
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Nebulosas, de Narcisa Amália, foi publicado originalmente em 1872, quando a autora tinha apenas vinte anos de idade. Atuante desde cedo na imprensa, essa jovem foi então saudada como uma revelação de nossas letras. Os 44 poemas do livro impressionaram pelo diálogo que estabelecia com as três gerações do Romantismo brasileiro, em especial com Castro Alves, e por seu engajamento nas causas sociais. Hoje pouco conhecida, a obra dessa poeta abolicionista, republicana e feminista, pioneira em vários campos, pedia um resgate urgente, o que foi feito no presente volume. Além de um cotejo minucioso com o texto da primeira edição, permitindo recuperar o sentido original dos versos prejudicado pelos erros acumulados em publicações mais recentes, este volume conta com notas, glossários e comentários elaborados para cada um dos poemas do livro, oferecendo chaves de leitura para o seu entendimento. Completam a edição uma apresentação da historiadora Maria de Lourdes Eleutério, o prefácio original da obra e a crítica de Machado de Assis feita no ano de seu lançamento, além de um ensaio e dois poemas posteriores de Narcisa. |
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Animais
Arnaldo Antunes
Zaba Moreau
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| O que as palavras e os bichos têm em comum? Acima de tudo, uma grande vontade de se divertir. Foi isso que Arnaldo Antunes e Zaba Moreau descobriram quando começaram a compor os micropoemas deste livro. Em Animais, cada página traz uma palavra inventada que condensa uma multiplicidade de sentidos. Acompanhando a brincadeira, os jovens artistas do Grupo Xiloceasa realizaram cerca de trinta gravuras em madeira e combinaram letras de formas e tamanhos diferentes para ilustrar poeticamente esse zoológico fantástico.
aolp
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La divina increnca
Juó Bananére
Reprodução integral da primeira edição de 1915
Textos introdutórios de Otto Maria Carpeaux e António de Alcântara Machado
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| Obra-prima de Juó Bananére, pseudônimo de Alexandre Marcondes Machado (1892-1933), que leva ao extremo a sátira e a irreverência, parodiando poemas clássicos de Gonçalves Dias, Casimiro de Abreu e Olavo Bilac, entre outros. Este volume reproduz na íntegra a rara edição original de 1915, com capa e ilustração de Voltolino, além de incluir textos pouco conhecidos de Otto Maria Carpeaux e Antônio de Alcântara Machado. |
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