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O romance de Tristão

 

Béroul

Tradução de Jacyntho Lins Brandão

336 p. - 14 x 21 cm
ISBN 978-65-5525-003-9
2020 - 1a edição
Edição conforme o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa

A história de Tristão e Isolda, de origem celta, não só incendiou a imaginação de poetas, músicos, ficcionistas e dramaturgos por vários séculos — tendo inspirado a célebre ópera de Wagner —, como nutriu aquela que talvez seja a principal concepção de amor do Ocidente: a que considera a paixão amorosa uma loucura, mas também uma bem-aventurança, a qual, para se realizar, não hesita em desafiar as leis e os costumes.
O romance de Tristão, de Béroul, é uma narrativa rimada e metrificada, composta entre 1150 e 1190, que integra o ciclo de histórias do rei Artur e os cavaleiros da Távola Redonda. Considerado uma verdadeira joia dos primórdios do romance moderno, nele não faltam poções mágicas, juras e mal-entendidos, emboscadas, intrigas, travestimentos e mascaradas, numa sucessão de reviravoltas que combinam heroísmo, malícia, humor e lealdade, atravessados por um lúdico e saudável erotismo.
A presente edição bilíngue, apresentada e traduzida por Jacyntho Lins Brandão, professor emérito da Universidade Federal de Minas Gerais, foi vertida diretamente do francês arcaico e recupera, em nossa língua, todo o brilho, o frescor, a inventividade e o colorido dos 4.485 versos dessa indiscutível obra-prima da literatura medieval.


Sobre o autor
"Não sabem bem como é a história,/ Berox a guarda em sua memória". Esta é a primeira das duas únicas alusões ao nome Berox — ou Béroul — em todo O romance de Tristão. São essas duas ocorrências, nos versos 1.267-8 e 1.790, respectivamente, a pista para que se considere este o misterioso autor desta obra rimada e metrificada de 4.485 versos. Como a narrativa foi composta provavelmente entre os anos de 1150 e 1190, e integra a chamada "matéria de Bretanha" — o ciclo de histórias em torno do rei Artur e os cavaleiros da Távola Redonda, presume-se que Béroul foi um poeta normando, escrevendo em língua vulgar, no caso o francês, vivo no século XII.


Sobre o tradutor
Jacyntho Lins Brandão é professor emérito da UFMG, onde lecionou língua e literatura grega de 1977 a 2018, tendo exercido ainda os cargos de diretor da Faculdade de Letras (1990-1994 e 2006-2010) e vice-reitor (1994-1998). Doutor em Letras Clássicas pela USP (1992), foi professor visitante da Universidade de Aveiro, em Portugal (1998-1999). É sócio-fundador da Sociedade Brasileira de Estudos Clássicos. Desde 2018 é membro da Academia Mineira de Letras e, atualmente, professor visitante da Universidade Federal de Ouro Preto. Publicou livros sobre a literatura grega: A poética do hipocentauro (Editora UFMG, 2001), A invenção do romance (Editora UnB, 2005) e Antiga musa (Relicário, 2015). Traduziu, do grego, Como se deve escrever a história, de Luciano de Samósata (Tessitura, 2009), bem como, do acádio, Ele que o abismo viu: epopeia de Gilgámesh (Autêntica, 2017) e Ao Kurnugu, terra sem retorno (Kotter, 2019). É autor ainda de obras de ficção: Relicário (José Olympio, 1982), O fosso de Babel (Nova Fronteira, 1997) e Que venha a Senhora Dona (Tessitura, 2007).


Veja também
Os Contos de Canterbury
O Banquete
Paraíso perdido

 


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