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Literatura russa
 


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A senhoria

 

Fiódor Dostoiévski

Tradução de Fátima Bianchi

144 p. - 14 x 21 cm
ISBN 978-85-7326-335-8
2006 - 2ª edição 2011
Edição conforme o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa

Em 20 de outubro de 1846, Dostoiévski escrevia a seu irmão: "Todos os meus planos foram por água abaixo e ruíram por si mesmos... Abandonei tudo [que estava escrevendo], já que isso não passava de uma repetição de coisas velhas. Agora ideias mais originais, vivas e luminosas brotam de mim no papel... Estou escrevendo outra novela, e o trabalho vai de vento em popa, está saindo com facilidade e frescor, como nunca...".
     A novela a que Dostoiévski se referia com tamanho entusiasmo era A senhoria, que viria à luz no ano seguinte. Ao contrário de suas expectativas, entretanto, Bielínski - o mais influente crítico literário da época - tratou a obra como um disparate, fruto da "fantasia mirabolante" do autor.
     De fato, as inovações que Dostoiévski introduziu com relação ao foco narrativo - bem como a trama que liga o intelectual e sonhador Ordínov à figura misteriosa de Katierina - permaneceram totalmente incompreendidas em seu tempo. Só no século XX, uma nova geração de leitores iria reconhecer neste livro, escrito quando o autor tinha 26 anos, uma obra-prima que antecipa Memórias do subsolo (1864) e seus grandes romances da maturidade.
     Pela primeira vez em tradução direta do russo, A senhoria conta, nesta edição, com catorze xilogravuras de Paulo Penna e um esclarecedor posfácio de Fátima Bianchi, no qual a tradutora reconstitui o conturbado ambiente literário da época, destacando a atualidade da contribuição de Dostoiévski.


Sobre o autor
Fiódor Mikháilovitch Dostoiévski nasceu em Moscou a 30 de outubro de 1821, e estreou na literatura com Gente pobre, em 1844. Após ser preso e condenado à morte pelo regime czarista em 1849, teve sua pena comutada para quatro anos de trabalhos forçados na Sibéria, experiência retratada em Recordações da casa dos mortos (1861). Após esse período, escreve uma sequência de grandes romances, como Crime e castigo e O idiota, culminando com a publicação de Os irmãos Karamazov em 1880. Reconhecido como um dos maiores autores de todos os tempos, Dostoiévski morreu em São Petersburgo, a 28 de janeiro de 1881.



Sobre a tradutora
Fátima Bianchi é professora da área de Língua e Literatura Russa do curso de Letras da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo. Entre 1983 e 1985, estudou no Instituto Púchkin de Língua e Literatura Russa, em Moscou, e em 2005 fez estágio na Faculdade de Filologia da Universidade Estatal Lomonóssov, na Rússia. Traduziu Ássia (Cosac Naify, 2002) e Rúdin (Editora 34, 2012), de Ivan Turguêniev; Verão em Baden-Baden, de Leonid Tsípkin (Companhia das Letras, 2003); eUma criatura dócil (Cosac Naify, 2003), A senhoria (Editora 34, 2006), Gente pobre (Editora 34, 2009) e Um pequeno herói (Editora 34, 2015), de Fiódor Dostoiévski, além de contos e artigos de crítica literária. Tem participado de conferências sobre a vida e obra de Dostoiévski em várias localidades e é coordenadora regional da International Dostoevsky Society.


Veja também
Memórias do subsolo
Noites brancas
O beijo e outras histórias
e outras histórias

 


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