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Humilhados e ofendidos

 

Fiódor Dostoiévski

Tradução de Fátima Bianchi
Xilogravuras de Oswaldo Goeldi

416 p. - 16 x 23 cm
ISBN 978-85-7326-714-3
2018 - 1ª edição
Edição conforme o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa

Publicado em 1861, após dez anos de exílio na Sibéria, Humilhados e ofendidos ocupa uma posição-chave na produção de Fiódor Dostoiévski. Por um lado, é sua obra mais ambiciosa até o momento, na qual revisita e leva ao limite as suas concepções de literatura e sua visão dos males da sociedade. Por outro, suas páginas abrem o caminho para uma forma de romance que vai ganhar corpo nos grandes livros de sua maturidade, e não por acaso o leitor encontra nesta obra conflitos e personagens que parecem prefigurar suas criações posteriores.
Para compor a trama de Humilhados e ofendidos, romance no qual deposita enormes esperanças, Dostoiévski coloca no centro da ação a figura do escritor Ivan Petróvitch, que é também o narrador do livro, e cuja vida guarda tantas semelhanças com a sua que não é equivocado ler certas passagens como um ensaio de autoficção avant la lettre - gesto arriscado, que não foi plenamente compreendido pela crítica da época.
Os leitores, porém, não tiveram dúvidas. Desde sua primeira aparição como folhetim no número inicial da revista O Tempo, o romance fascinou o público, que reconheceu ali um modo inédito de narrar, capaz de trazer à luz os sentimentos mais obscuros com uma intensidade nunca vista - intensidade que encontrou sua equivalência precisa na tradução de Fátima Bianchi e nas gravuras de Oswaldo Goeldi.


Sobre o autor
Fiódor Mikháilovitch Dostoiévski nasceu em Moscou a 30 de outubro de 1821, e estreou na literatura com Gente pobre, em 1846. Após ser preso e condenado à morte pelo regime czarista em 1849, teve sua pena comutada para quatro anos de trabalhos forçados na Sibéria, experiência retratada em Recordações da casa dos mortos (1862). Após esse período, escreve uma sequência de grandes romances, como Crime e castigo e O idiota, culminando com a publicação de Os irmãos Karamazov em 1880. Reconhecido como um dos maiores autores de todos os tempos, Dostoiévski morreu em São Petersburgo, a 28 de janeiro de 1881.



Sobre a tradutora
Fátima Bianchi é professora da área de Língua e Literatura Russa do curso de Letras da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo. Entre 1983 e 1985, estudou no Instituto Púchkin de Língua e Literatura Russa, em Moscou, e em 2005 fez estágio na Faculdade de Filologia da Universidade Estatal Lomonóssov, na Rússia. Traduziu Ássia (Cosac Naify, 2002) e Rúdin (Editora 34, 2012), de Ivan Turguêniev; Verão em Baden-Baden, de Leonid Tsípkin (Companhia das Letras, 2003); e Uma criatura dócil (Cosac Naify, 2003), A senhoria (Editora 34, 2006), Gente pobre (Editora 34, 2009) e Um pequeno herói (Editora 34, 2015), de Fiódor Dostoiévski, entre outros, além de publicar artigos de crítica literária. Tem participado de conferências sobre a vida e obra de Dostoiévski em várias localidades e é coordenadora regional da International Dostoevsky Society.



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