Aracy A. Amaral
8 títulos
Aracy Abreu Amaral nasceu em São Paulo, em 1930. Foi professora-titular de História da Arte pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP, diretora da Pinacoteca do Estado de São Paulo (1975-1979) e do Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo (1982-1986), membro do Comitê Internacional de Premiação do Prince Claus Fund, em Haia, na Holanda, e coordenadora-geral do Projeto Rumos Itaú Cultural (2005). Em 2006 ganhou o prêmio Fundação Bunge (antigo prêmio Moinho Santista) por sua contribuição à área de Museologia. Além de ter organizado diversas exposições importantes, publicou também, entre outros, os livros Blaise Cendrars no Brasil e os modernistas (1970), Artes plásticas na Semana de 22 (1970), Tarsila: sua obra e seu tempo (1975), todos reeditados pela Editora 34. Em 2013 recebeu o Prêmio Governador do Estado pela curadoria da exposição "Exercícios de Olhar" (São Paulo, 2012). Vive e trabalha em São Paulo.
Nesta nova edição, revista e ampliada, a historiadora e crítica de arte Aracy Amaral examina detalhadamente, e de forma pioneira, as relações do poeta suíço-francês Blaise Cendrars com os modernistas no Brasil.
O livro aborda, entre outros fatos, o encontro de Cendrars com o grupo brasileiro em 1923, em Paris, a vinda do poeta ao Brasil no ano seguinte e as marcas que essa visita causou tanto em Cendrars como em Mário, Oswald
de Andrade, Tarsila, Paulo Prado e outros.
A Hispanidade em São Paulo
da casa rural à Capela de Santo Antonio
Fruto de uma longa viagem empreendida por Aracy Amaral pela Colômbia e o Equador nos anos 1970 em busca dos rastros da influência espanhola na arte e arquitetura no estado de São Paulo, este livro foi publicado originalmente em 1981 e agora ganha sua segunda edição, promovida pelo Itaú Cultural.
Hispanidade em São Paulo revela um intenso intercâmbio comercial e cultural com a Espanha e a América Espanhola, desde os primórdios da instalação da Capitania de São Vicente. Esta troca persiste até fins do século XVII por meio da integração de diversas famílias e seus descendentes. A autora detecta, ainda, manifestações culturais que os paulistas levaram a Minas Gerais e Goiás no século XVIII. Ainda no século XIX, o botânico, naturalista e viajante francês Saint-Hilaire registrou entre a população paulista peculiaridades espanholas.
A autora consultou vasta bibliografia, que assinala a importância da historiografia artística dos países sul-americanos, até hoje praticamente desconhecida de historiadores de arte brasileira em geral.
Hispanidade em São Paulo revela um intenso intercâmbio comercial e cultural com a Espanha e a América Espanhola, desde os primórdios da instalação da Capitania de São Vicente. Esta troca persiste até fins do século XVII por meio da integração de diversas famílias e seus descendentes. A autora detecta, ainda, manifestações culturais que os paulistas levaram a Minas Gerais e Goiás no século XVIII. Ainda no século XIX, o botânico, naturalista e viajante francês Saint-Hilaire registrou entre a população paulista peculiaridades espanholas.
A autora consultou vasta bibliografia, que assinala a importância da historiografia artística dos países sul-americanos, até hoje praticamente desconhecida de historiadores de arte brasileira em geral.
Arte e meio artístico: entre a feijoada e o x-burguer
Artigos e ensaios (1961-1981)
Prefácio de Ana Maria de Moraes Belluzzo
Publicado agora em nova edição revista e ampliada, Arte e meio artístico: entre a feijoada e o x-burguer traz uma seleção de escritos de Aracy Amaral, das décadas de 1960 a 1980, em que a autora enfrenta, na teoria e na prática, temas de grande relevância para a historiografia da arte brasileira. São ensaios, textos de catálogo e jornais, conferências e impressões sobre simpósios, debates ou visitas de ateliê, registros muitas vezes feitos no calor da hora, que compõem um retrato vivo do meio artístico em nosso país.
Textos do Trópico de Capricórnio - vol. 3
Artigos e ensaios (1980-2005): Bienais e artistas contemporâneos no Brasil
O terceiro volume dos Textos do Trópico de Capricórnio traz uma reflexão abrangente sobre as Bienais de São Paulo e apresenta análises críticas da obra de dezenas de artistas brasileiros atuantes nas décadas de 80 e 90, muitos deles flagrados aqui no momento mesmo de sua emergência no cenário cultural - incluindo uma entrevista inédita com Hélio Oiticica.
Textos do Trópico de Capricórnio - vol. 2
Artigos e ensaios (1980-2005): Circuitos de arte na América Latina e no Brasil
Este segundo volume dos Textos do Trópico de Capricórnio apresenta escritos referentes à realidade cultural latino-americana, discutindo, entre outros temas, a problemática inserção da arte brasileira no continente, e explora as múltiplas relações entre os circuitos de arte e o meio urbano, particularmente em contextos do Terceiro Mundo.
Textos do Trópico de Capricórnio - vol. 1
Artigos e ensaios (1980-2005): Modernismo, arte moderna e o compromisso com o lugar
O primeiro volume dos Textos do Trópico de Capricórnio - reunião de artigos, ensaios, palestras e entrevistas realizados ao longo de 25 anos pela historiadora, curadora e crítica de arte Aracy Amaral - traça uma abordagem panorâmica do modernismo brasileiro, desde seus primórdios até os anos 50, e reexamina criticamente as posturas da arte moderna e contemporânea à luz dos cruzamentos entre estética e política.
Neste que é o mais importante ensaio crítico sobre Tarsila e um clássico dos estudos sobre o Modernismo, Aracy Amaral refaz o percurso biográfico da artista, destacando a década de 1920 e os movimentos Pau-brasil e Antropofagia. Realizada a partir de depoimentos originais e consulta a centenas de fontes no Brasil e no exterior, a obra traz, nesta nova edição revista pela autora, mais de 300 ilustrações, muitas inéditas.aolp
Publicada pela primeira vez em 1970, esta obra, ricamente ilustrada, chega à sua 6ª edição, revista e ampliada, com atualização bibliográfica e acréscimo, no apêndice, de dois textos de época inéditos em livro. Referência obrigatória no estudo da história da arte brasileira, expõe o contexto que fez da Semana um divisor de águas no nosso panorama cultural.
"Referência básica para o estudo do modernismo brasileiro." (Murnau di Magalhães, Jornal de Brasília)aolp
"Referência básica para o estudo do modernismo brasileiro." (Murnau di Magalhães, Jornal de Brasília)aolp