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Notícias

Alfredo Bosi (1936-2021)

O Antropoceno e a Ciência do Sistema Terra, de José Eli da Veiga, está entre os semifinalistas do Prêmio Jabuti

Zuza Homem de Mello (1933-2020)

Tudo pronto para o fim do mundo, de Bruno Brum, é semifinalista do Prêmio Oceanos

Nota de falecimento do Professor Lúcio Kowarick (1938-2020)

Anne Carson vence o Prêmio Princesa de Astúrias 2020

Em 2020 celebra-se o centenário de nascimento de Ruth Guimarães, intelectual polivalente

Nota de falecimento do Professor José Cavalcante de Souza (1925-2020)

O escritor argentino Hernán Ronsino é um dos dois vencedores do prestigioso Prêmio Anna Seghers

Albertine recebe o prestigioso prêmio Hans Christian Andersen 2020, concedido pela IBBY

Nuvens, de Hilda Machado (1951-2007), e Sobre isto, de Maiakóvski, com tradução de Leticia Mei, vencem o Prêmio Jabuti 2019

 

Indicações

Foram registradas em áudio as mesas-redondas da série Encontros de Literatura Russa, realizada pela Editora 34 e o Centro Universitário Maria Antonia no final de 2012. Esses registros estão disponíveis aqui.

 

Reedições
Aracy A. Amaral, Blaise Cendrars no Brasil e os modernistas
Dominique Dreyfus, O violão vadio de Baden Powell
Pierre Clastres, Crônica dos índios Guayaki
Fiódor Dostoiévski, O idiota
Bruno Latour, Jamais fomos modernos
Óssip Mandelstam, O rumor do tempo
Antonio Negri, A anomalia selvagem
Jacques Rancière, O desentendimento
Mikhail Bulgákov, O mestre e Margarida
Nicolau Maquiavel, O Príncipe
Jacques Rancière, Políticas da escrita
Maria Knebel, Análise-ação
Robert Walser, Absolutamente nada e outras histórias
Friedrich Nietzsche, Obras incompletas
Fiódor Dostoiévski, O duplo
Erich Auerbach, Ensaios de literatura ocidental
Bertolt Brecht, Histórias do sr. Keuner
Márcio Seligmann-Silva, O local da diferença
Anônimo, Lazarilho de Tormes
Antonio Sérgio Alfredo Guimarães, Racismo e antirracismo no Brasil
Henrique Cazes, Choro
Carlos Calado, Tropicália
 

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Editora 34 na internet

Com o lançamento de Escritos da casa morta, de Fiódor Dostoiévski, com tradução de Paulo Bezerra, a Editora 34 conclui a publicação das obras completas de ficção do autor, sempre em traduções diretas do original. O projeto foi iniciado com a edição de Memórias do subsolo, na tradução de Boris Schnaiderman, em setembro de 2000, e inclui 23 volumes, de Gente pobre a Os irmãos Karamázov, passando por Noites brancas, Crime e castigo, Um jogador e muitos outros.
Lançamentos
 

Anna Kariênina

Lev Tolstói

Tradução de Irineu Franco Perpetuo
Prefácio de Thomas Mann
 R$ 119,00

Para Vladímir Nabókov, Anna Kariênina é “uma das maiores histórias de amor da literatura mundial”, e Thomas Mann, no prefácio incluído neste volume, o considera “o romance social mais poderoso” já escrito. Rico panorama da Rússia de fins do século XIX, a obra narra, por um lado, o drama da bela e impetuosa Anna Kariênina, que, infeliz no casamento, enfrenta o julgamento cruel da alta sociedade de Moscou ao assumir sua paixão pelo conde Vrônski. Por outro lado, acompanhamos o proprietário de terras Lióvin — alter ego do autor — em sua busca pelo ideal de uma vida feliz no campo ao lado da jovem Kitty, bem como seus dilemas intelectuais em torno da fé e da justiça social. Vertido diretamente do russo por Irineu Franco Perpetuo, que também assina o posfácio, esta nova tradução acompanha todas as nuances do imortal romance de Tolstói, seja na exuberante riqueza de detalhes da narrativa, seja na fascinante profundidade psicológica das personagens.

 
 

A história do senhor Sommer

Patrick Süskind

Tradução de Samuel Titan Jr.
Ilustrações de Sempé
Projeto gráfico de Raul Loureiro
 R$ 58,00

Ambientada no interior da Alemanha após a Segunda Guerra Mundial, esta novela de Patrick Süskind (autor do best-seller O perfume), com ilustrações coloridas de Sempé (criador de O pequeno Nicolau), acompanha com muito humor e delicadeza os anos de formação de um rapaz, marcados pelas aparições acidentais, e decisivas, de um enigmático andarilho, o senhor Sommer. Este, com mochila às costas e cajado em punho, anda por toda parte sem propósito aparente. Aos poucos, ao sabor dos encontros entre os dois, nas vilas, campos ou lagos da região, vai se revelando para o jovem algo do segredo de Sommer, ao mesmo tempo que vai descobrindo alguma coisa das maravilhas e agruras que a vida reserva para cada um de nós.

 

   

Escritos da casa morta

Fiódor Dostoiévski

Tradução de Paulo Bezerra
Posfácio de Konstantin Motchulski
Xilogravuras de Oswaldo Goeldi
 R$ 79,00

Livro que marca uma verdadeira ressurreição para Dostoiévski, após um período de quase dez anos preso e exilado na Sibéria, Escritos da casa morta (também conhecido como Recordações da casa dos mortos), publicado entre 1860 e 1862, parte de um registro antropológico da vida e dos costumes dos presos comuns, encarcerados com ele na fortaleza de Omsk, para empreender um mergulho profundo na psicologia do ser humano. A presente edição foi traduzida diretamente do russo por Paulo Bezerra, que também assina a apresentação do volume, e inclui três textos de época e um posfácio de Konstantin Motchulski, um dos principais biógrafos de Dostoiévski, além da série completa de 43 xilogravuras realizadas por Oswaldo Goeldi em 1945.

 
 

Crônicas de Petersburgo

Fiódor Dostoiévski

Tradução de Fátima Bianchi
 R$ 42,00

Este volume, que traz escritos de Dostoiévski inéditos no Brasil, inclui uma apresentação que o autor redigiu em 1845 para anunciar a revista de humor O Trocista (logo interditada pela censura) e os cinco folhetins publicados em um jornal de São Petersburgo, entre abril e junho de 1847, intitulados Crônicas de Petersburgo. Nestes textos saborosos e provocadores, em que a própria cidade assume o papel de protagonista, podemos observar alguns traços de estilo — a dicção veloz, a mescla de registros, a aguda análise psicológica — que mais tarde se tornariam marcas inconfundíveis do autor de Crime e castigo.

 

   

O rei Lear da estepe

Ivan Turguêniev

Tradução de Jéssica Farjado
 R$ 46,00

Ivan Turguêniev (1818-1883) foi um dos grandes mestres da ficção do século XIX. Em O rei Lear da estepe (1870), ele parte da conhecida tragédia de Shakespeare, na qual o soberano, com idade avançada, abre mão de seu reino para legá-lo às filhas, e ambienta-a na pequena propriedade rural de uma província russa, lançando mão de suas próprias experiências de juventude, como havia feito em Memórias de um caçador (1852). Trazendo a primeira tradução direta da novela no Brasil, o volume inclui ainda o “Discurso sobre Shakespeare” de Turguêniev, proferido no tricentenário do dramaturgo inglês, e um posfácio da tradutora Jéssica Farjado.

 
 

A rosa de ninguém (Die Niemandsrose)

Paul Celan

Edição bilíngue
[no prelo] R$ 52,00

A rosa de ninguém, publicado originalmente em 1963, é um dos principais livros de Paul Celan (1920-1970), escritor cuja vida e obra foram profundamente marcadas pela experiência da Shoah e que é hoje reconhecido como um dos poetas mais importantes de língua alemã. Mais divulgado entre nós através de antologias, aqui o leitor brasileiro terá a oportunidade de encontrar um livro inteiramente concebido pelo autor, com as sequências de poemas e reverberações entre eles formando um todo maior que as partes. Nesta edição bilíngue, testemunhamos a força de sua poe¬sia de resistência e afirmação radical da vida, aqui belamente recriada na tradução de Mauricio Mendonça Cardozo.

 

   

Formação e desconstrução
Uma visita ao Museu da Ideologia Francesa

Paulo Eduardo Arantes

Posfácio de Giovanni Zanotti
 R$ 65,00

Neste livro, o filósofo Paulo Arantes, um dos mais destacados intelectuais brasileiros da atualidade, guia o leitor pelos caminhos percorridos pela chamada Ideologia Francesa, conjunto prestigioso de ideias que reuniu pensadores como Foucault, Derrida e, na sua variante franco-brasileira, Gérard Lebrun. Sua hegemonia atingiu o ápice no final dos anos 1980, quando, dentro do sistema universitário americano, misturou-se à Teoria da Ação Comunicativa de Habermas e ao neopragmatismo de Richard Rorty. Para o autor, esse cruzamento de conceitos em que predomina a noção de discurso revela na verdade transformações históricas reais, como, por exemplo, o papel legitimador que involuntariamente essas ideias tiveram na atual fase do capitalismo.

 
 

Poesia em risco
Itinerários para aportar nos anos 1970 e além

Viviana Bosi

 R$ 79,00

Com a visão sensível para penetrar em cada poema e nele identificar tanto a contribuição individual como as marcas de época, Viviana Bosi, professora de Teoria Literária da USP, se debruça neste livro sobre a obra de Augusto de Campos, Ferreira Gullar, Torquato Neto, Armando Freitas Filho, Ana Cristina Cesar, Francisco Alvim, Rubens Rodrigues Torres Filho, Sebastião Uchoa Leite e boa parte da poesia marginal da década de 1970. Fruto de extensa pesquisa, Poesia em risco não se limita à poesia registrada nos livros, mas reconstitui minuciosamente o circuito das publicações alternativas, revistas, jornaizinhos e fanzines por meio dos quais, em vários lugares do Brasil, as correntes do concretismo vieram se chocar e se misturar com as águas da poesia marginal.

 

   

Bichos malvados

Roald Dahl

Ilustrações de Quentin Blake
 R$ 45,00

Um dos maiores contadores de histórias do mundo, Roald Dahl, autor de O BGA, Os pestes, James e o pêssego gigante e uma infinidade de outras obras, juntou-se ao genial ilustrador Quentin Blake para criar este livro surpreendente. Com rimas divertidas — recriadas em nossa língua pelas premiadas poetas Angélica Freitas e Marília Garcia — e imagens ousadas, imprevisíveis, mas sempre engraçadas, estas nove histórias repletas de Bichos malvados vieram para, finalmente, dar voz e vez aos animais...

 
 

O spleen de Paris
Pequenos poemas em prosa

Charles Baudelaire

Tradução de Samuel Titan Jr.
Projeto gráfico de Raul Loureiro
 R$ 46,00

O spleen de Paris reúne anedotas, reflexões e epifanias, “pequenos poemas em prosa”, de Charles Baudelaire (1821-1867), o poeta por excelência do século XIX. Após As flores do Mal, publicadas em 1857 e 1861, Baudelaire dedicou os derradeiros anos de sua vida a um último projeto: escrever poesia além do âmbito do verso, inspirado por suas andanças pela capital francesa e pelo spleen da cidade, ou seja, pela “melan­colia irritada” que seus becos e habitantes evocavam. Retratando com cumplicidade os personagens miúdos da vida urbana — os pobres e as prostitutas, os velhos e as crian­ças, os saltimbancos sem vintém e os cães sem rumo —, o poeta criou, como observa Edgardo Cozarinsky na apresentação ao volume, uma “galeria de criaturas em que palpita a matéria romanesca”, em cinquenta textos curtos de intensa beleza.

 

   

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