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Notícias

O Antropoceno e a Ciência do Sistema Terra, de José Eli da Veiga, está entre os semifinalistas do Prêmio Jabuti

Zuza Homem de Mello (1933-2020)

Tudo pronto para o fim do mundo, de Bruno Brum, é semifinalista do Prêmio Oceanos

Nota de falecimento do Professor Lúcio Kowarick (1938-2020)

Anne Carson vence o Prêmio Princesa de Astúrias 2020

Em 2020 celebra-se o centenário de nascimento de Ruth Guimarães, intelectual polivalente

Nota de falecimento do Professor José Cavalcante de Souza (1925-2020)

O escritor argentino Hernán Ronsino é um dos dois vencedores do prestigioso Prêmio Anna Seghers

Albertine recebe o prestigioso prêmio Hans Christian Andersen 2020, concedido pela IBBY

Nuvens, de Hilda Machado (1951-2007), e Sobre isto, de Maiakóvski, com tradução de Leticia Mei, vencem o Prêmio Jabuti 2019

Daniele Pisani autografa O Trianon do MAM ao MASP em evento no IAB-SP que conta com a participação de Aracy Amaral, Fernando Viegas e Giacomo Pirazzoli

 

Indicações

Foram registradas em áudio as mesas-redondas da série Encontros de Literatura Russa, realizada pela Editora 34 e o Centro Universitário Maria Antonia no final de 2012. Esses registros estão disponíveis aqui.

 

Reedições
Fiódor Dostoiévski, O idiota
Bruno Latour, Jamais fomos modernos
Óssip Mandelstam, O rumor do tempo
Antonio Negri, A anomalia selvagem
Jacques Rancière, O desentendimento
Mikhail Bulgákov, O mestre e Margarida
Nicolau Maquiavel, O Príncipe
Jacques Rancière, Políticas da escrita
Maria Knebel, Análise-ação
Robert Walser, Absolutamente nada e outras histórias
Friedrich Nietzsche, Obras incompletas
Fiódor Dostoiévski, O duplo
Erich Auerbach, Ensaios de literatura ocidental
Bertolt Brecht, Histórias do sr. Keuner
Márcio Seligmann-Silva, O local da diferença
Anônimo, Lazarilho de Tormes
Antonio Sérgio Alfredo Guimarães, Racismo e antirracismo no Brasil
Carlos Calado, Tropicália
 

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Editora 34 na internet

Com o lançamento de Escritos da casa morta, de Fiódor Dostoiévski, com tradução de Paulo Bezerra, a Editora 34 conclui a publicação das obras completas de ficção do autor, sempre em traduções diretas do original. O projeto foi iniciado com a edição de Memórias do subsolo, na tradução de Boris Schnaiderman, em setembro de 2000, e inclui 23 volumes, de Gente pobre a Os irmãos Karamázov, passando por Noites brancas, Crime e castigo, Um jogador e muitos outros.
Lançamentos
 

Escritos da casa morta

Fiódor Dostoiévski

Tradução de Paulo Bezerra
Posfácio de Konstantin Motchulski
Xilogravuras de Oswaldo Goeldi
 R$ 79,00

Livro que marca uma verdadeira ressurreição para Dostoiévski, após um período de quase dez anos preso e exilado na Sibéria, Escritos da casa morta (também conhecido como Recordações da casa dos mortos), publicado entre 1860 e 1862, parte de um registro antropológico da vida e dos costumes dos presos comuns, encarcerados com ele na fortaleza de Omsk, para empreender um mergulho profundo na psicologia do ser humano. A presente edição foi traduzida diretamente do russo por Paulo Bezerra, que também assina a apresentação do volume, e inclui três textos de época e um posfácio de Konstantin Motchulski, um dos principais biógrafos de Dostoiévski, além da série completa de 43 xilogravuras realizadas por Oswaldo Goeldi em 1945.

 
 

Teatro Legislativo

Augusto Boal

Organização de Fabiana Comparato e Julián Boal
Apresentação, notas, tradução e estabelecimento de texto de Fabiana Comparato
 R$ 64,00

Este livro descreve uma experiência pioneira do que hoje tem sido chamado de “mandato coletivo”: a atuação de Augusto Boal (1931-2009), um dos maiores teatrólogos do mundo, como vereador na Câmara Municipal do Rio de Janeiro no início dos anos 1990. Foram quatro anos de “imaginação no poder”, utilizando as técnicas que o tornaram famoso para teatralizar os problemas nas próprias comunidades que os viviam e, assim, criar um novo modo de elaborar leis. Lançado em 1996, Teatro Legislativo sai agora com o texto revisado pelo autor para a edição inglesa de 1998, acrescido de fotografias, documentos e discursos feitos ao longo do mandato, além de depoimentos inéditos de antigos colaboradores e de ativistas contemporâneos em Portugal e nos Estados Unidos.

 

   

O spleen de Paris
Pequenos poemas em prosa

Charles Baudelaire

Tradução de Samuel Titan Jr.
Projeto gráfico de Raul Loureiro
 R$ 46,00

O spleen de Paris reúne anedotas, reflexões e epifanias, “pequenos poemas em prosa”, de Charles Baudelaire (1821-1867), o poeta por excelência do século XIX. Após As flores do Mal, publicadas em 1857 e 1861, Baudelaire dedicou os derradeiros anos de sua vida a um último projeto: escrever poesia além do âmbito do verso, inspirado por suas andanças pela capital francesa e pelo spleen da cidade, ou seja, pela “melan­colia irritada” que seus becos e habitantes evocavam. Retratando com cumplicidade os personagens miúdos da vida urbana — os pobres e as prostitutas, os velhos e as crian­ças, os saltimbancos sem vintém e os cães sem rumo —, o poeta criou, como observa Edgardo Cozarinsky na apresentação ao volume, uma “galeria de criaturas em que palpita a matéria romanesca”, em cinquenta textos curtos de intensa beleza.

 
 

A cruzada das crianças

Marcel Schwob

Tradução de Milton Hatoum
Ilustrações de Fidel Sclavo
Prólogo de Jorge Luis Borges
Projeto gráfico de Raul Loureiro
[no prelo] R$ 43,00

A cruzada das crianças é uma pequena obra-prima do francês Marcel Schwob (1867-1905), o “escritor dos escritores”, admirado por nomes como Oscar Wilde, Valéry, Borges e Roberto Bolaño. Publicado originalmente em 1896, o livro recria poeticamente a lendária cruzada das crianças de 1212 rumo a Jerusalém, a partir dos relatos de pessoas ligadas ao evento, incluindo um goliardo, um místico árabe, um leproso e os papas Inocêncio III e Gregório IX. Cada um dos oito capítulos traz uma versão diferente daquela trágica jornada rumo ao Santo Sepulcro, em narrativas conduzidas pelo texto cativante de Schwob — “angelical e diabólico”, segundo Noemi Jaffe —, apresentado aqui na bela tradução de Milton Hatoum.

 

   

Dois hussardos

Lev Tolstói

Tradução de Lucas Simone
Posfácio de Italo Calvino
 R$ 42,00

Lançada em 1856, época em que Lev Tolstói (1828-1910) fez sua entrada triunfal no cenário das letras russas, a novela Dois hussardos traz as histórias de pai e filho, ambos nobres e membros da cavalaria militar, que, num intervalo de vinte anos, detêm-se por uma noite na mesma cidade de província. Nesta que é considerada por Italo Calvino, autor do posfácio ao volume, uma das mais belas narrativas de Tolstói, o modo como os personagens interagem com os habitantes da cidade, as seduções e trapaças em que se envolvem, refletem muito mais do que o quadro mental de dois indivíduos: são índices das transformações profundas pelas quais passava a Rússia no século XIX.

 
 

Cultura filosófica

Georg Simmel

Tradução de Lenin Bicudo Bárbara
Apresentação de Leopoldo Waizbort
 R$ 68,00

Cultura filosófica é a única reunião de ensaios de Georg Simmel (1858-1918) organizada pelo próprio autor. Lançada em 1911 e revista em 1918, a coletânea é uma excelente porta de entrada para a obra deste pensador, um dos pais da sociologia alemã e um filósofo da cultura que influenciou nomes como Walter Benjamin, Robert Musil e Georg Lukács, entre muitos outros. Nestes quatorze estudos, que abordam assuntos diversos como a psicologia, a religião, a arte, o masculino e o feminino, Simmel deixou a sua marca inconfundível: a fina arte de interrogar e expor o objeto de sua indagação sob diferentes ângulos, como um legítimo “aventureiro do espírito”.

 

   

Crônica dos índios Guayaki
O que sabem os Aché, caçadores nômades do Paraguai

Pierre Clastres

Tradução de Tânia Stolze e Janice Caiafa
 R$ 65,00

Este é o primeiro livro de Pierre Clastres (1934-1977), autor de A sociedade contra o Estado, obra que revolucionou os estudos de antropologia ao tomar a perspectiva indígena como foco para se constituir uma nova filosofia política. Lançado em 1972, traz o resultado de sua vivência de quase um ano junto à tribo dos Aché Gatu no Paraguai, misteriosos índios caçadores e nômades que habitavam as florestas a oeste do rio Paraná, desconheciam a agricultura, eram adversários dos Guarani e, dizia-se, poderiam ser canibais. Estudo profundo e afetuoso dos costumes e da visão de mundo desse povo, Crônica dos índios Guayaki tem uma tal qualidade literária que levou o escritor Paul Auster, tradutor do volume para o inglês, a registrar: “É impossível não gostar deste livro”.

 
 

Imagens apesar de tudo

Georges Didi-Huberman

 R$ 61,00

Em agosto de 1944, membros do Sonderkommando de Auschwitz conseguiram fotografar de forma clandestina parte do processo de gaseamento a que eram submetidos os judeus, operação que levou à morte milhões de pessoas. Trazidas à luz numa grande exposição sobre a memória dos campos em 2001, essas quatro imagens tornaram-se o centro de uma polêmica que opôs, de um lado, aqueles que eram contra qualquer tipo de representação do Holocausto e, de outro, os que defendiam a importância vital de todo registro, entre eles, o autor deste livro. Em Imagens apesar de tudo, Didi-Huberman faz uma defesa apaixonada da imagem como forma de resistência, quando se furta à ordem dominante e, longe de se assumir como imagem absoluta, capaz de dizer toda a verdade, se apresenta fulgurante e lacunar, abrindo brechas em meio à obscuridade e ao horror.

 

   

O violão vadio de Baden Powell

Dominique Dreyfus

 R$ 76,00

Nova edição, revista e ampliada, da biografia de Baden Powell (1937-2000), um dos maiores instrumentistas que o mundo conheceu. Nascido em Varre-e-Sai (RJ) e criado no subúrbio carioca de São Cristovão, ainda menino passou a se apresentar no rádio e acompanhar ao violão grandes cantores da época. Em 1963, após participar do nascimento da bossa nova, embarcou com a cara e a coragem para Paris, desenvolvendo praticamente toda a sua carreira internacional na França e na Alemanha, com um repertório amplo, que vai do samba ao clássico, do popular ao jazz, e que inclui composições próprias como “Samba da Bênção”, com Vinicius de Moraes, e “Lapinha”, com Paulo César Pinheiro, seus dois grandes parceiros.

 
 

Viagem ao redor do meu quarto

Xavier de Maistre

Tradução de Veresa Moraes
Projeto gráfico de Raul Loureiro
Posfácio de Enrique Vila-Matas
indisponível
R$ 44,00

Redigido na fortaleza de Turim e publicado pela primeira vez em 1795, esta pequena obra-prima do tenente e conde Xavier de Maistre (1763-1852), Viagem ao redor do meu quarto, é um exercício de subversão de hierarquias e estruturas formais. Zombando das circunstâncias, o autor transforma seus quarenta e dois dias de confinamento forçado em ponto de partida para uma paródia dos relatos de viagem, das dissertações eruditas e dos tratados de filosofia. Aos poucos, em seus breves capítulos, o sentimento e a fantasia vão tomando conta do cenário, com uma irreverência e originalidade que mostrou-se cheia de sugestões para as gerações seguintes, influenciando de Nietzsche a Machado de Assis.

 

   

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