Editora 34

Michael Jordan

A história de um campeão e o mundo que ele criou

David Halberstam

Tradução de Cide Piquet, Alexandre Barbosa de Souza

448 p. — 16 x 23 cm
ISBN 978-85-7326-159-2
Edição conforme o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa
"Michael Jordan é melhor jogando basquete do que qualquer outra pessoa fazendo qualquer outra coisa." Escrita por David Halberstam, o célebre jornalista norte-americano ganhador do Prêmio Pulitzer, esta biografia traça a trajetória completa do maior jogador de basquete de todos os tempos, dos primeiros arremessos na garagem de casa até os dois tricampeonatos da NBA com o Chicago Bulls nos anos 90. Mas, além disso, o livro mostra como a indústria e a mídia se desenvolveram na época, junto com Jordan, para criar um novo mundo do consumo e do entretenimento - e como um jovem atleta, com sua incrível determinação de vencer, tornou-se um verdadeiro mito do esporte.

Sobre o autor
David Halberstam, um dos mais importantes jornalistas norte-americanos, nasceu em 10 de abril de 1934. Graduou-se em Harvard em 1955, e começou sua carreira jornalística cobrindo o Movimento dos Direitos Civis para jornais do Mississippi e do Tennessee. Em 1962 é enviado pelo jornal The New York Times ao Vietnã como correspondente de guerra, e em 1964 é premiado com o Pulitzer por suas reportagens. Desde a década de 60 tem publicado diversos livros sobre a política e a cultura norte-americana, e, a partir dos anos 80, também sobre esportes: The Noblest Roman (1961); The Making of a Quagmire: America and Vietnam during the Kennedy Era (1965); One Very Hot Day (1967); The Unfinished Odyssey of Robert Kennedy (1968); Ho (1971); The Best and the Brightest (1972); The Powers That Be (1979); The Breaks of the Game (1981); The Amateurs: The Story of Four Young Men and Their Quest for an Olympic Gold Medal (1985); The Reckoning (1986); Summer of '49 (1989); The Next Century (1991); The Fifties (1993); October 1964 (1994); The Children (1999); Playing for Keeps: Michael Jordan and the World He Made (1999); War in a Time of Peace: Bush, Clinton, and the Generals (2001); Firehouse (2002); The Teammates: A Portrait of a Friendship (2003); The Education of a Coach (2005); The Coldest Winter: America and the Korean War (2007); The Glory Game: How the 1958 NFL Championship Changed Football Forever (2008). Em 23 de abril de 2007, a caminho de uma palestra na Universidade de Berkeley, na Califórnia, morre em um acidente automobilístico.

Sobre os tradutores

Cide Piquet nasceu em Salvador em 1977 e estudou Letras na USP. É editor, tradutor e poeta. Trabalha na Editora 34 desde 1999, atuando especialmente nas coleções de poesia, literatura russa e literatura estrangeira. Traduziu 20 haicais de Issa, de Kobayashi Issa (Igarapé, 2020, e-book disponível na plataforma Issuu), Só para maiores de cem anos, de Nicanor Parra (Editora 34, 2018, com Joana Barossi), Esta vida: poemas escolhidos, de Raymond Carver (Editora 34, 2017), e Histórias para brincar, de Gianni Rodari (Editora 34, 2007), entre outros. Publicou traduções de ensaios e poemas em livros, revistas e antologias como Serrote, Piauí, Modo de Usar & Co., Escamandro e Revista Cult. De sua autoria, publicou as plaquetes malditos sapatos: 18 poemas de amor e desamor (Hedra, 2013, coleção Sem Chancela) e Poemas e traduções (Quelônio, 2017), além de colaborações em blogs, revistas e antologias. Ministrou cursos, palestras e oficinas sobre edição e tradução na Casa Guilherme de Almeida, Casa das Rosas, Espaço Cult, Universidade do Livro da UNESP e na Escola de Comunicações e Artes da USP, em São Paulo.

Alexandre Barbosa de Souza nasceu em São Paulo, em 1972. Trabalhou como editor na Editora 34, Cosac Naify, Hedra e Biblioteca Azul, e participou da criação das revistas Azougue e Ácaro. É autor de Livro de poemas (1992), Viagem a Cuba(1999), Azul escuro (2003), XXX (2004) e 11+1 poemas (2010), reunidos no Livro geral (2013); Edifício Beatriz (2010) e Doze carimbos (2015), reunidos em Vinagre (2016); além de Dix e Bisteca (2013), Autobiografia de um super-herói (2001), Nós (2014) e Grumixá de frigânios (2017). Como tradutor, verteu para o português autores do século XIX, como Herman Melville, Jane Austen, Mary Shelley, Lewis Carroll, Oscar Wilde e Henry David Thoreau; e do século XX, como Katherine Mansfield, Jacques Prévert, Robert Desnos, Jack Kerouac, Leonard Cohen e Alice Munro, entre outros. Vive em São Paulo.

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