Editora 34
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Bruno Latour

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Bruno Latour nasceu na cidade francesa de Beaune, na Borgonha, em 1947. Formado em filosofia e antropologia, foi entre 1982 e 2006 professor do Centre de Sociologie de l'Innovation na École Nationale Supérieure des Mines em Paris, além de professor visitante na University of California San Diego, na London School of Economics e em Harvard. Hoje leciona na Sciences Po de Paris. Em 2013 recebeu o Holberg Prize por sua contribuição às ciências humanas. É autor dos livros Vida de laboratório (com Steve Woolgar, 1979), Ciência em ação (1987), Jamais fomos modernos (1991), Políticas da natureza (1999) e Diante de Gaia (2015), entre outros.
Jamais fomos modernos
Ensaio de antropologia simétrica
Tradução de Carlos Irineu da Costa
Revisão técnica de Stelio Marras
Coleção Trans
Nova edição revista de um dos principais clássicos contemporâneos da filosofia, da antropologia e dos estudos da ciência. Jamais fomos modernos, lançado originalmente em 1991, é a principal obra de Bruno Latour, um dos mais prestigiados pensadores franceses e vencedor do Holberg Prize em 2013, considerado o Nobel das ciências humanas. Neste livro-manifesto, Latour procura reconfigurar a tradicional separação "moderna" entre natureza e cultura, de modo a compreender os sujeitos híbridos cada vez mais presentes em nossa sociedade, como os desastres ecológicos, os organismos geneticamente modificados e os robôs dotados de inteligência artificial.
Cogitamus
Seis cartas sobre as humanidades científicas
Tradução de Jamille Pinheiro Dias
Escrito sob a forma de seis cartas endereçadas a uma aluna, este livro de Bruno Latour - um dos mais brilhantes pensadores contemporâneos, vencedor do Holberg Prize, o Nobel das Ciências Humanas - discute o papel da ciência no mundo de hoje, propondo sua revinculação com a política e a sociedade, e a substituição do cogito, ergo sum de Descartes pelo plural e coletivo cogitamos.