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Diário de bordo

Blaise Cendrars

Tradução de Samuel Titan Jr.
Projeto gráfico de Raul Loureiro
Edição bilíngue
 
Blaise Cendrars (1887-1961) foi um dos escritores centrais da vanguarda literária francesa. Em 6 de fevereiro de 1924, a convite de Paulo Prado e Oswald de Andrade, ele desembarcou no porto de Santos para uma temporada no Brasil. Aqui ele conheceu, nas suas próprias palavras, a sua “pátria espiritual”, e iniciou um ciclo de poemas que seria conhecido como Diário de bordo, com flashes de suas viagens pelo país que influenciariam de modo decisivo o modernismo brasileiro. Esta última grande empresa poética de Cendrars, que depois passaria a se dedicar à prosa, é apresentada aqui em sua íntegra, em edição bilíngue, trazendo, além de Feuilles de route I: Le Formose, publicado em Paris com capa de Tarsila ainda em 1924, todos os poemas do ciclo, incluindo inéditos e dispersos.
R$ 65,00
 
Linhas fundamentais da filosofia do direito

G. W. F. Hegel

Tradução de Marcos Lutz Müller
Apresentação e notas de Marcos Lutz Müller
Incluindo os adendos de Eduard Gans e Introdução de Jean-François Kervégan
 
O tratado Linhas fundamentais da filosofia do direito, ou simplesmente Filosofia do direito, de G. W. F. Hegel, publicado em 1820, é um dos pilares do sistema filosófico do autor e um dos livros mais influentes do pensamento ocidental. Com reflexões fundamentais sobre o direito, a sociedade e a organização do Estado, esta obra ganha agora, duzentos anos depois, uma edição em português à altura, fruto de três décadas de trabalho de Marcos Lutz Müller (1943-2020), professor livre-docente da Unicamp, que realizou uma cuidadosa tradução do texto original, redigindo mais de seiscentas notas explicativas e um glossário completo dos termos e conceitos utilizados. O volume traz ainda as elucidativas anotações de época organizadas por Eduard Gans, discípulo de Hegel, e o belo ensaio “A instituição da liberdade”, de Jean-François Kérvegan, da Université Panthéon-Sorbonne.
R$ 125,00

 
Proust e os signos

Gilles Deleuze

Tradução de Roberto Machado
 
A obra fundamental de Marcel Proust, Em busca do tempo perdido, nunca deixou de interrogar o filósofo Gilles Deleuze. Em 1964 ele publicou Proust e os signos, com a primeira parte do livro que o leitor agora tem em mãos. Já nos anos 1970, após Diferença e repetição (1968) e a aventura de O anti-Édipo (1972), Deleuze voltou à obra-prima de Proust redigindo a segunda parte, intitulada “A máquina literária”, e o texto que conclui o volume, em que associa seu procedimento narrativo à construção de uma teia e a figura de seu narrador àquela da Aranha que se move ao menor sinal emitido pela presa. Com nova tradução de Roberto Machado, um dos grandes conhecedores de Deleuze no Brasil, este livro registra todo o percurso da leitura proustiana do filósofo francês que, no espaço de uma década, passou da decifração dos signos à sua intensa devoração.
R$ 59,00

     
A interessante narrativa da vida de Olaudah Equiano

Olaudah Equiano

Posfácio de Vincent Carretta
Roteiro de leitura e notas adicionais de Carlos da Silva Jr.
 
Considerado um dos mais importantes documentos da história da escravidão, A interessante narrativa da vida de Olaudah Equiano foi publicada em Londres em 1789 e transformou-se de imediato num libelo contra o tráfico negreiro. O livro traz a autobiografia repleta de aventuras de um africano nascido no interior da atual Nigéria, em 1745, que é levado cativo para as colônias britânicas do Caribe e da América da Norte, mas depois consegue comprar a sua liberdade e mudar-se para Londres, onde se casa com uma mulher branca e tem duas filhas. Relato verídico de desastres e sofrimentos inimagináveis, A interessante narrativa traz não só a primeira descrição, com testemunho direto, da travessia atlântica a bordo de um tumbeiro, como também registra os horrores das plantations nas Américas e a perversidade dos negociantes de negros escravizados.
R$ 78,00
 
Aproximações
Estudos de história e historiografia

Fernando A. Novais

Apresentação de Pedro Puntoni
 
Aproximações reúne os principais ensaios, artigos, prefácios e resenhas de um grande mestre dos historiadores brasileiros, Fernando A. Novais, professor emérito da Universidade de São Paulo. Organizados com a supervisão do próprio autor, estão aqui reunidos, como diz o subtítulo, “estudos de história e historiografia”, publicados entre 1957 e 2000. Neles, o leitor poderá conhecer desde a formulação das ideias presentes no clássico livro Portugal e Brasil na crise do Antigo Sistema Colonial (1979) até as análises das trajetórias de figuras-chave como Capistrano de Abreu, Caio Prado Jr., Sérgio Buarque e Celso Furtado. Fechando o volume, uma montagem de cinco longas entrevistas com o autor que, segundo Laura de Mello e Souza, “é um dos momentos mais altos de Aproximações, quando o historiador e o professor se alternam para deixar registrado o brilho do raciocínio em desenvolvimento”.
R$ 98,00

 
A República de chinelos
Bolsonaro e o desmonte da representação

Luciana Villas Bôas

Posfácio de Newton Bignotto
 
Um presidente que se deixa fotografar de chinelos em pleno exercício do cargo no Palácio da Alvorada. Um mandatário que se comunica com a esfera pública por meio de vídeos e mensagens de celular em linguagem chula. O que poderia à primeira vista ser interpretado como meras transgressões ou excentricidades revela-se um modus operandi que atinge diretamente o nervo das sociedades democráticas. Em A República de chinelos, Luciana Villas Bôas, professora da UFRJ com doutorado pela Columbia University, faz uma leitura inovadora sobre os mecanismos simbólicos da representação política e de seu papel-chave para o Estado de Direito.
R$ 47,00

     
Cine-Olho
manifestos, projetos e outros escritos

Dziga Viértov

Tradução de Luis Felipe Labaki
 
Autor de clássicos como a série Kino-Pravda (1922-25) e o longa-metragem O homem com a câmera (1929), Dziga Viértov (1896-1954) foi pioneiro de uma linguagem própria para o cinema e um dos principais nomes da vanguarda soviética. Durante toda a sua vida praticou e defendeu o lema de seu amigo Maiakóvski, segundo o qual não há arte revolucionária sem forma revolucionária. Embora seja um dos diretores de cinema mais influentes do século XX, Viértov teve pouquíssimos escritos publicados em nossa língua e quase sempre em traduções indiretas. O presente volume busca reparar essa lacuna, reunindo noventa textos, vários deles inéditos, entre manifestos, roteiros, artigos, projetos, cartas e poemas, todos traduzidos diretamente do russo pelo organizador Luis Felipe Labaki, acompanhados de mais de cem imagens da Coleção Dziga Viértov do Österreichisches Filmmuseum de Viena.
R$ 124,00
 
Maquiavelianas
Lições de política republicana

Sérgio Cardoso

Prefácio de Newton Bignotto
 
Em Maquiavelianas: lições de política republicana, Sérgio Cardoso, professor livre-docente do Departamento de Filosofia da Universidade de São Paulo, recupera a surpreendente atualidade das ideias de Nicolau Maquiavel (1469-1527). Estruturado em três partes, o volume se debruça inicialmente sobre as rupturas operadas pelo secretário florentino no entendimento da tradição política em seu tempo, numa chave de leitura em que a aspiração popular por liberdade constituiria o esteio das instituições republicanas. Num segundo momento, sem deixar de lado O Príncipe, o autor concentra suas análises em duas obras menos estudadas de Maquiavel: os Discursos sobre a primeira década de Tito Lívio e as Histórias florentinas, com seus entrelaçamentos entre história e política. Por fim, o volume é arrematado, na terceira parte, com um ensaio que relaciona Maquiavel e Montaigne, autores que inauguram a modernidade do pensamento republicano.
R$ 71,00

 
Marta e a bicicleta

Germano Zullo
Albertine

Tradução de Alexandre Cataldi
 
Marta é uma vaca diferente das outras. Além de ser cor de laranja, ela não gosta de ficar só pastando e vendo a vida passar diante de seus olhos. Então, certo dia, ela decide aprender a andar de bicicleta. Mas antes ela precisa construir uma, para depois poder participar de uma grande prova de ciclismo. São inacreditáveis as coisas que Marta é capaz de fazer!
Marta e a bicicleta é o primeiro livro da série que inclui Marta no país dos balões, Marta e o polvo e O retorno de Marta. Albertine venceu o Prêmio Hans Christian Andersen de Ilustração em 2020, considerado o Nobel da literatura para crianças
R$ 45,00

     
Rainha Lira
Peça teatral

Roberto Schwarz

 
Enquanto a peça A lata de lixo da história foi o testemunho de Roberto Schwarz sobre o golpe de 1964 após ter voltado do exílio, Rainha Lira é a resposta do autor à barafunda atordoante de nosso mais recente transe. Sua escrita começou durante o impeachment farsesco de Dilma Rousseff, atravessou a eleição de um presidente que tem como bandeira restaurar os anos de chumbo e foi concluída após a temporada na prisão de Luís Inácio Lula da Silva. O leitor logo vai reconhecer pessoas em personagens mas, à maneira das peças de Brecht, aqui elas são figuras dos interesses de classe que se engalfinharam no Brasil desde as manifestações de 2013, transformando nosso país num verdadeiro palco do vale-tudo do capitalismo contemporâneo.
R$ 54,00
 
O estilo de Dostoiévski

Nikolai Tchirkóv

Tradução de Paulo Bezerra
 
Referência incontornável na fortuna crítica do autor de Crime e castigo, este livro do professor russo Nikolai Tchirkóv (1891-1950) analisa de forma detalhada a evolução do estilo de Dostoiévski a partir de seus principais romances, de Gente pobre (1846) a Os irmãos Karamázov (1880). Jogando luz sobre o processo de construção das narrativas do escritor, que inicialmente parte da Escola Natural e do romantismo para depois encontrar seu estilo próprio baseado nas figuras do “homem do subsolo” e do “homem-universo”, este volume é uma excelente porta de entrada para os leitores que quiserem conhecer mais a fundo a obra deste gênio da literatura.
R$ 75,00

 
Artes plásticas e trabalho livre II
De Manet ao Cubismo Analítico

Sérgio Ferro

 
Este é o segundo volume de Artes plásticas e trabalho livre, desta vez cobrindo momentos decisivos do embate entre arte acadêmica e arte moderna, num arco que vai de Manet (incluindo um inovador estudo do quadro Um bar no Folies Bergère, de 1881-82) até Braque e Picasso, passando pelo Impressionismo, por Van Gogh e Cézanne. Neste livro, Sérgio Ferro, autor de O canteiro e o desenho e ex-professor da FAU-USP e da École d’Architecture de Grenoble, empreende uma releitura radical da história da arte, em que as obras se tensionam entre a conversão à forma-mercadoria e a preservação de uma espécie de memória de sua origem no trabalho artesanal e “livre”.
R$ 75,00

     
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