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A dama de espadas
Prosa e poemas

 

Aleksandr Púchkin


264 p. - 14 x 21 cm
ISBN 978-85-7326-133-2
2018 - (4ª edição - 2018)
Edição conforme o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa
Prêmio Jabuti 2000 de Melhor Tradução

A importância do autor de A dama de espadas pode ser constatada nesta frase do prêmio Nobel de literatura Joseph Brodsky: "Púchkin deu à Rússia sua língua literária e, com isso, sua sensibilidade". De fato, a grandeza do poeta é somente comparável à de um Dante, um Camões, um Shakespeare, isto é, aos pais fundadores das literaturas de seus países. A linhagem de escritores a que deu origem também corrobora sua força: Gógol, Dostoiévski, Tolstói, Turguêniev, Tchekhov, Maiakóvski. Este volume - agora relançado em edição revista - é formado por três novelas e quatro contos, além de dezesseis poemas de Púchkin. Traduzidos do original por Boris Schnaiderman (no caso dos poemas, em parceria com Nelson Ascher), os textos aqui reunidos constituem, para o leitor brasileiro, uma excelente introdução à prosa e à poesia do gênio russo.

Veja aqui o Sumário da edição


Sobre o autor
Considerado o maior poeta russo de todos os tempos e o iniciador da literatura russa moderna, Aleksandr Púchkin nasceu em Moscou, em 1799. Filho de aristocratas, estudou no Liceu de Tsarskoie Sieló. Em 1820 publicou o poema épico nacionalista Ruslan e Liudmila, mais acabou sendo banido de Petersburgo em virtude de escritos políticos de tendência liberal. Exilado no Cáucaso, escreveu a peça Boris Godunov, lançada em 1831, e os primeiros capítulos do romance em versos Ievguêni Oniéguin, publicado em 1833. Autorizado a voltar à capital em 1826, casa-se com a bela Natália Gontcharova e com ela passa a frequentar a corte, tornando-se amigo do tsar. Escreve então obras-primas da prosa como os Contos de Biélkin (1831), a novela “A dama de espadas” (1834) e o romance A filha do capitão (1836). Púchkin faleceu em 1837, dias após ser ferido em um duelo.



Sobre o tradutor
Boris Schnaiderman, considerado um dos maiores intelectuais e tradutores do russo em nosso país, nasceu em Úman, na Ucrânia, em 1917. Em 1925, aos oito anos de idade, veio com os pais para o Brasil, formando-se depois na Escola Nacional de Agronomia do Rio de Janeiro. Naturalizou-se brasileiro nos anos 1940, tendo se alistado para lutar na Segunda Guerra Mundial como sargento da FEB. Começou a fazer traduções de autores russos em 1944 e a colaborar na imprensa brasileira a partir de 1957, tendo publicado desde então diversos livros sobre cultura e literatura, além de versões para obras de Púchkin, Dostoiévski, Tolstói, Tchekhov, Górki, Maiakóvski e outros. Mesmo sem ter estudado formalmente Letras, foi escolhido para iniciar o curso de Língua e Literatura Russa da Universidade de São Paulo em 1960, instituição onde permaneceu até sua aposentadoria, em 1979, e pela qual recebeu o título de Professor Emérito em 2001. Ganhou em 2003 o Prêmio de Tradução da Academia Brasileira de Letras, e em 2007 foi agraciado pelo governo da Rússia com a Medalha Púchkin, em reconhecimento por sua contribuição na divulgação da cultura russa no exterior. Faleceu em São Paulo em 2016, aos 99 anos de idade.


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