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O tradutor cleptomaníaco
e outras histórias de Kornél Esti

 

Dezsö Kosztolányi

Tradução de Ladislao Szabo

136 p. - 14 x 21 cm
ISBN 978-85-7326-617-7
2016 - 1ª edição
Edição conforme o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa

"Só o inverossímil é realmente verossímil, só o inacreditável é realmente acreditado" - diz, a certa altura, Kornél Esti, o protagonista deste livro. E é armado com essa lógica dos contrários, uma inteligência afiadíssima e uma simpatia transbordante pelos tipos humanos mais desajeitados que o escritor húngaro Dezsö Kosztolányi (1885-1936) monta e desmonta as suas histórias, assim como um mágico faz as coisas desaparecerem bem diante do nosso nariz para reaparecerem, num piscar de olhos, atrás das orelhas.
Com um humor raro, ao mesmo tempo corrosivo e repleto de compaixão, os treze contos de O tradutor cleptomaníaco e outras histórias de Kornél Esti pertencem ao ciclo de relatos sobre esse personagem, composto por Kosztolányi em seus últimos anos de vida. Nestas páginas, o leitor é conduzido como que por encanto pela Budapeste dos anos 1920, e outras cidades europeias, onde a vida fervilha nas ruas e nos cafés, nos quartinhos de escritores e em requintados salões de conferência em que se desenrola um sem-número de episódios absurdos, um mais surpreendente que o outro. Tido como um mestre da prosa moderna, Kosztolányi abriu caminho para a renovação da literatura europeia, influenciando autores como Frigyes Karinthy, Attila József, Sándor Márai ou Péter Esterházy - que considera seu estilo "multicolorido e inefável, como um arco-íris".


Sobre o autor
Dezsö Kosztolányi nasceu em 1885 na cidade de Szabadka, no Império Austro-Húngaro (atual Subotica, na Sérvia). Ingressou na Universidade de Budapeste, cidade onde começou a trabalhar como jornalista e escritor, publicando contos breves e poemas, como os reunidos em Lamentos de uma pobre criança (1910). Membro da primeira geração de [Ocidente], revista em torno da qual se reuniu o movimento da literatura moderna na Hungria, lançou os romances Nero, o poeta sanguinário (1922), Cotovia (1924), A pipa de ouro (1925) e Ana, a Doce (1926). Nos anos 1930 retornou à prosa curta, publicando em 1933 as histórias de Kornél Esti. Foi também um prolífico tradutor, vertendo para o húngaro autores como Shakespeare, Goethe, Baudelaire, Lewis Carroll, Rilke e Paul Valéry. Faleceu em Budapeste, em 1936.


Sobre o tradutor
Ladislao Pedro Szabo nasceu em Buenos Aires, em 1958. Formou-se na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo do Mackenzie, em São Paulo, onde foi professor do curso de arquitetura. Além de O tradutor cleptomaníaco e outras histórias de Kornél Esti, publicado originalmente pela Editora 34 em 1996, traduziu também Divórcio em Buda, de Sándor Márai (Companhia das Letras, 2003) e foi organizador da coletânea Hungria 1956... e o muro começa a cair (Contexto, 2006). Faleceu em São Paulo, em 2007.


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Histórias do sr. Keuner
A fraude e outras histórias
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