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A exposição das rosas
e A família Tóth

 

István Örkény

Tradução de Aleksandar Jovanovic
Prefácio de Nelson Ascher

208 p. - 14 x 21 cm
ISBN 978-85-7326-630-6
2016 - 2ª edição, 2016
Edição conforme o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa

As duas novelas aqui reunidas oferecem uma oportunidade rara para o leitor brasileiro entrar em contato com a obra do escritor húngaro István Örkény (1912-1979), um dos mestres da sátira e do humor negro no século XX, em traduções realizadas diretamente do original.
Em "A família Tóth" - redigida em 1967 e logo adaptada para o teatro e para o cinema com grande sucesso -, um major com trauma de guerra tira alguns dias de licença em uma bucólica vila perto das montanhas. Com seus medos e manias, ele passa a enlouquecer todos os membros da pacata família com quem se hospeda. O resultado é uma impagável sátira ao militarismo e à tirania, com um humor que lembra a irreverência surreal dos Irmãos Marx.
Já "A exposição das rosas", de 1977, é a última e mais conhecida novela do autor. Nela Örkény dá mostras de sua contundente capacidade visionária, ao narrar, como numa fábula pós-moderna, a história de um documentário em que doentes terminais têm sua morte gravada para exibição na televisão estatal húngara.
Nestas histórias que combinam ironia, nonsense e um gosto singular pelo grotesco e o tragicômico, o que se revela, como bem assinalou Moacyr Scliar, "é a própria condição humana, em sua imensa fragilidade".


Sobre o autor
István Örkény nasceu em Budapeste, na Hungria, em 1912. Estudou Química e Farmácia, formando-se em 1934, e em 1936 publicou seus primeiros poemas e começou a frequentar os círculos intelectuais húngaros. Em 1941 lançou sua primeira coletânea de contos, Tengertánc [Dança do mar]. De origem judaica, o escritor foi convocado para lutar contra os russos na Segunda Guerra Mundial. Capturado em 1943, ficou detido em um campo perto de Moscou. Publicou sua experiência de prisioneiro de guerra em 1947, no estudo sociológico Làgerek nèpe [O povo dos campos]. Nessa época passou a ganhar a vida como autor teatral, escritor e cronista na imprensa, recebendo em 1953 o Prêmio Attila József. Quando a Revolução Húngara é reprimida pelas tropas soviéticas em 1956, sofre um período de censura que se estende de 1959 a 1963. As obras de ficção que lança ao final desse período, Macskajätèk [Os gatos] (1966), A família Tóth (1967), Egypercesek [Histórias de um minuto] (1968) e A exposição das rosas (1977), são hoje consideradas clássicos da literatura húngara. Faleceu em Budapeste, em 1979.



Sobre o tradutor
Aleksandar Jovanovic é doutor em Semiótica e Linguística, professor de graduação e pós-graduação da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo, e ensaísta e tradutor de algumas línguas da Europa Centro-Oriental. Dentre outros livros, traduziu, do tcheco, Histórias apócrifas (1994), de Karel Čapek, e Nem santos nem anjos, de Ivan Klíma; do húngaro, História da literatura universal do século XX (1990), de Miklós Szabolcsi, e A exposição das rosas (1993), de István Örkény; do sérvio, Paisagem pintada com chá (1990), de Milorad Pávitch, e Café Titanic (2008), de Ivo Ándritch.


Veja também
Histórias apócrifas
O tradutor cleptomaníaco
e outras histórias de Kornél Esti
O marcador de página
e outros contos

 


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