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Sete contra Tebas

 

Ésquilo

Tradução de Trajano Vieira
Edição bilíngue

Ensaio de Alan H. Sommerstein


152 p. - 14 x 21 cm
ISBN 978-85-7326-700-6
2018 - 1ª edição
Edição conforme o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa

Sete contra Tebas, de Ésquilo, é a única peça que chegou até nós de uma tetralogia que inclui Laio, Édipo e a comédia A Esfinge, e que venceu as Dionísias de Atenas em 467 a.C. Como pano de fundo da tragédia, temos a maldição lançada sobre a dinastia dos Labdácidas, reis da cidade-estado de Tebas, na Grécia, que causou o assassinato de Laio, a desgraça de seu filho Édipo, e uma guerra fratricida entre os dois filhos de Édipo, Etéocles e Polinices, para herdar seu trono.
A história se inicia quando Polinices, alijado do poder por seu irmão, reúne um exército com mais seis generais gregos e cerca as muralhas de Tebas. Diante da invasão iminente, o rei Etéocles, protagonista da peça, procura acalmar os cidadãos em pânico e organizar a defesa da cidade. Destaca-se no texto a bela passagem em que Etéocles, informado por um espião sobre os sete generais que atacarão as portas de Tebas, identificados por seus escudos, designa os sete guerreiros tebanos que irão enfrentá-los.
A extrema plasticidade desta obra-prima do teatro grego é realçada na apurada tradução poética de Trajano Vieira, autor também do posfácio a esta edição bilíngue, que inclui ainda um ensaio historiográfico do helenista inglês Alan H. Sommerstein.


Sobre o autor
Ésquilo nasceu em 525 a.C. em Elêusis, a 20 quilômetros de Atenas, e é o primeiro dos três grandes tragediógrafos gregos, que incluem Sófocles e Eurípides. Além de dramaturgo, Ésquilo teve participação militar destacada nas batalhas de Maratona (490 a.C.) e Salamina (480 a.C.). Em 484 a.C. obteve sua primeira vitória em concurso de tragédia, à qual se somariam outras doze. Das cerca de 80 peças que compôs, apenas sete chegaram até nós: Os Persas (472 a.C.), Sete contra Tebas (467 a.C.), As Suplicantes (463 a.C.), a trilogia Oresteia (Agamêmnon, Coéforas e Eumênides, 458 a.C.) e Prometeu Prisioneiro. Faleceu em 456 a.C., em Gela, na Sicília.


Sobre o tradutor
Trajano Vieira é doutor em Literatura Grega pela Universidade de São Paulo e professor de Língua e Literatura Grega na Unicamp, onde obteve o título de livre-docente em 2008. Além de ter colaborado, como organizador, na tradução realizada por Haroldo de Campos da Ilíada de Homero (2002), tem se dedicado a verter poeticamente tragédias do repertório grego, como Édipo Rei (2001) e Filoctetes (2009), de Sófocles; Agamêmnon (2007) e Os Persas (2013), de Ésquilo; e Medeia (2010) e Héracles (2014), de Eurípides. Trajano é também o tradutor das comédias Lisístrata e Tesmoforiantes de Aristófanes (2011), da Odisseia de Homero (2011), da coletânea Lírica grega, hoje (2017) e do poema Alexandra, de Lícofron (2017). Suas versões do Agamêmnon e da Odisseia receberam o Prêmio Jabuti de Tradução.


Veja também
Filoctetes
Hipólito
Medeia

 


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