História
36 títulos
Domingos Caldas Barbosa
O poeta da viola, da modinha e do lundu (1740-1800)
Precursor da música popular brasileira, o mulato Domingos Caldas Barbosa nasceu no Rio de Janeiro em 1740, serviu no Exército e estudou na Universidade de Coimbra. Em Portugal, destacou-se nos salões com seu estilo musical inovador, que incorporava ritmos trazidos do Brasil. Tinhorão rastreou exaustivamente vida e obra do autor, encontrando novos dados biográficos e escritos inéditos desta figura-chave da nossa cultura.
A fronda dos mazombos
Nobres contra mascates, Pernambuco, 1666-1715
Evaldo Cabral de Mello, um de nossos maiores historiadores, analisa a fundo as motivações seculares das disputas entre nobres de Olinda e mascates do Recife. Um dos principais conflitos da América Portuguesa, a chamada Guerra dos Mascates é compreendida em toda sua complexidade neste que já é um clássico da historiografia brasileira, pela elegância do texto e pela quantidade de informações que mobiliza.
Marquês de São Vicente
Organização de Eduardo Kugelmas
José Antônio Pimenta Bueno, o marquês de São Vicente (1803-1878), teve uma trajetória política que acompanhou os movimentos do seu tempo. Começou a carreira como liberal, passando mais tarde ao Partido Conservador, e ajudou a elaborar a Lei do Ventre Livre. Seu maior legado, contudo, foi o Direito Público brasileiro e análise da Constituição do Império (1857), a primeira e mais importante análise jurídica das instituições imperiais, aqui integralmente reproduzida.
Evaldo Cabral de Mello é um dos maiores historiadores brasileiros, dono de uma escrita elegante e refinada, em que alia vasto conhecimento histórico a um intenso trabalho de pesquisa em arquivos. Autor de diversas obras sobre o Nordeste açucareiro, Um imenso Portugal é a sua primeira reunião de ensaios dispersos, publicados em jornais, revistas e coletâneas entre 1992 e 2002, sobre temas variados. Estes 36 textos, que valem cada um deles por uma verdadeira aula de história, fornecem uma boa mostra de sua produção intelectual, abordando problemas da história do Brasil e de Portugal, levantando os impasses da formação de nosso país, avaliando autores e obras, e discutindo questões de historiografia e filosofia da história.
Conversas com historiadores brasileiros
Organização de José Geraldo Vinci de Moraes, José Marcio Rego
Quinze dos mais importantes historiadores brasileiros - como Emilia Viotti, Fernando Novais, Boris Fausto, Evaldo Cabral de Mello, Luiz Felipe de Alencastro, entre outros - contam as histórias de sua formação, trajetórias institucionais, linhas de pesquisa, interesses e influências, construindo um surpreendente painel do desenvolvimento da disciplina e da própria História do Brasil.
O autor leu mais de 5 mil romances - escritos entre 1843 e o fim dos anos 1990 -, muitos deles raros e esquecidos, à procura de canções que marcaram época, cantores que se tornaram personagens, músicas revividas por narradores, construindo uma obra monumental, tanto pela recuperação das obras literárias como por sua contribuição para a história da música brasileira.
Cultura popular: temas e questões
Temas e questões
Reunião de 18 ensaios nos quais o historiador José Ramos Tinhorão aborda objetos variados: o circo, a literatura de cordel, a música popular, a música sertaneja, o gosto, entre outros. Aliando contundência e humor peculiar, a obra propicia uma leitura tão saborosa quanto imprescindível para os que se interessam pelos estudos da cultura brasileira. Contém ainda raro material iconográfico.
O autor leu mais de 5 mil romances - escritos entre 1843 e o fim dos anos 1990 -, muitos deles raros e esquecidos, à procura de canções que marcaram época, cantores que se tornaram personagens, músicas revividas por narradores, construindo uma obra monumental, tanto pela recuperação das obras literárias como por sua contribuição para a história da música brasileira.
O autor leu mais de 5 mil romances - escritos entre 1843 e o fim dos anos 1990 -, muitos deles raros e esquecidos, à procura de canções que marcaram época, cantores que se tornaram personagens, músicas revividas por narradores, construindo uma obra monumental, tanto pela recuperação das obras literárias como por sua contribuição para a história da música brasileira.
O estudioso José Ramos Tinhorão analisa inúmeras festas públicas brasileiras, desde a Primeira Missa até o ritual da Independência, ressaltando o "oportunismo lúdico" da gente da colônia, que aproveitava o calendário da Igreja para extravasar o seu "espírito dionisíaco". Ilustrado com imagens de Frans Post, Antônio Francisco Soares, Carlos Julião, Debret, Rugendas, Taunay e outros, trata-se de um documento fundamental para o entendimento de nossa cultura.
Um panorama da MPB, do século XVI até a atualidade, que narra a evolução da música popular urbana no Brasil. Tinhorão não só descreve os elementos da cultura popular como também as forças sociais que engendram essa cultura.
"Nestas páginas lê-se um autor preocupado em encontrar as motivações sociais das transformações sofridas pela música desde o século XVI." (Fábio Santos, República)aolp
"Nestas páginas lê-se um autor preocupado em encontrar as motivações sociais das transformações sofridas pela música desde o século XVI." (Fábio Santos, República)aolp
Breviário dos políticos
Tradução de Paulo Neves
Apresentação de Bolívar Lamounier
Prefácio de Umberto Eco
Livro de aforismos e máximas do Cardeal Mazarin (1602-1661), sucessor do Cardeal Richelieu na França, verdadeiro "manual" para a luta pelo poder.
"Mazarin nos dá uma esplêndida imagem de como obter poder pela pura manipulação do consenso. Como agradar, não só ao próprio patrão (preceito fundamental) e não só aos próprios amigos, mas também aos inimigos." (Umberto Eco)
"Mazarin nos dá uma esplêndida imagem de como obter poder pela pura manipulação do consenso. Como agradar, não só ao próprio patrão (preceito fundamental) e não só aos próprios amigos, mas também aos inimigos." (Umberto Eco)