Editora 34
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Infanto-Juvenil

89 títulos

O doente imaginário
Tradução de Marilia Toledo
Ilustrações de Laerte
Texto teatral adaptado para jovens
Levada ao palco pela primeira vez em 1673, a peça O doente imaginário, de Molière (1622-1673) tornou-se um dos maiores clássicos da comédia e continua a ser encenada até hoje. A premiada autora de teatro Marilia Toledo nos oferece agora a sua adaptação da obra, voltada aos jovens. Além das geniais ilustrações de a Laerte, a edição inclui um esclarecedor texto sobre o processo de montagem de uma peça teatral.

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Nuvens costumam ser muito temperamentais. Qualquer ventinho as empurra de um lado para o outro, e assim elas mudam de cor, e de humor, a todo momento. Mas uma coisa é certa: toda nuvem, desde pequena, sabe que um dia terá de chorar. Numa prosa que vem e vai como uma nuvem, e com desenhos que exploram as várias possibilidades da linha e da mancha, Alice Ruiz e Edith Derdyk criaram um livro poético e delicado, cujo final surpreende por sua generosidade diante da vida.aolp
Dora e o Sol conta a história de uma simpática vira-lata que adora dormir de tardezinha, deitada em sua almofada vermelha, coberta pela luz do sol. Primeiro livro infantil da escritora Veronica Stigger - aqui em parceria com o premiado ilustrador Fernando Vilela -, é uma obra que encanta por sua criatividade e delicadeza, e também pela intensa poesia que descobrimos a cada página.aolp
Era uma vez uma menina que gostava de fazer bolos de terra no quintal de sua casa. No dia de seu aniversário, ela pediu à mãe que fizesse um bolo de verdade, bem gostoso e... todo vermelho!
O presente que ganhou não era exatamente o que ela esperava &madash; mas este livro mostra como a felicidade tem maneiras imprevisíveis de nos alcançar.
João anda com olhos e ouvidos bem abertos, colecionando as palavras a seu redor, descobrindo que a dança das letras cria todas as fábulas do mundo: as que já foram contadas e as que estão por se contar. Um belo livro da artista Edith Derdyk que nos mostra a imensidão do prazer da literatura.aolp
Cabo Verde, 1974. Em meio aos ecos da Revolução dos Cravos, quatro garotos recebem uma "grandiosa" missão: vigiar uma praia deserta e deter uma eventual invasão ianque com apenas uma pistola e cinco balas. O faz de conta da guerra, porém, torna-se um verdadeiro e emocionante rito de passagem para a maturidade. Novo livro da premiada dupla Jorge Araújo (texto) e Pedro Sousa Pereira (desenhos).aolp
Neste livro, Anna Flora criou uma história em que a matemática e a fantasia se mesclam de maneira inusitada e divertida. Isso graças ao simpático Matias, um macaco cuja lógica muito peculiar acaba por fazer dele um verdadeiro herói entre os habitantes do Reino Sem Solução, ao questionar os cálculos de um rei ganancioso e sem escrúpulos, que desvia para si todo o dinheiro da população.
Brincando com o princípio de que "Não há efeito sem causa,/ Nem há causa sem efeito", Tatiana Belinky apresenta neste livro uma série de limeriques - gênero de poema inglês que a autora adaptou para nossa língua. Para fazer par com a graça dos versos, Andrés Sandoval criou uma espécie de laboratório maluco, com cenários inusitados e engenhocas extremamente divertidas.
Quem iria imaginar que um mundo inteiro caberia dentro de um coco? Pois o escritor Braulio Tavares e o artista plástico Fernando Vilela imaginaram. Inspirados em mitos indígenas sobre a criação do mundo, eles juntaram seus talentos para contar esta fábula misteriosa sobre a relação entre a linguagem e o mundo, e na qual as Letras são personagens.
É possível brincar com Dona Morte? Foi isso que Tatiana Belinky fez aqui, ao criar, afiada como nunca, catorze quadrinhas surpreendentes que abordam, de forma divertida e inesperada, o tema da morte. Ilustradas pelo desenho bem-humorado e inteligente de Guto Lacaz, elas formam um livro único, ao mesmo tempo engraçado e comovente, dirigido a leitores de todas as idades.
Pluto ou Um deus chamado dinheiro
Comédia grega
Ilustrações de Carlos Matuck
Texto integral adaptado para jovens
Negociantes desonestos e governantes que agem em causa própria - este cenário que parece retratar os dias de hoje já era comum na Grécia Antiga. Foi por isso que Aristófanes, o maior comediógrafo de seu tempo, escreveu Pluto, obra que, por meio do riso, denuncia as injustiças que afligiam Atenas.
Empregando apenas lápis, papel e muita imaginação, a artista belga Gabrielle Vincent compôs uma pequena obra-prima: uma narrativa sem palavras que conta, por meio de imagens, a história de um menino, uma boneca de pano e um velho homem de teatro, um titeriteiro que encena seu espetáculo em um teatrinho de rua. De intensa poesia, A pequena marionete permite distintos níveis de interpretação e conquista leitores de todas as idades.aolp