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32 títulos
Dois regimes de loucos
Textos e entrevistas (1975-1995)
Tradução de Guilherme Ivo
Edição preparada por David Lapoujade
Revisão técnica de Luiz B. L. Orlandi
Este volume reúne mais de sessenta ensaios, artigos, cartas, manifestos, depoimentos e entrevistas de Gilles Deleuze (1925-1995), cobrindo os últimos vinte anos de carreira deste que é um dos mais originais filósofos do século XX. Além de iluminar o contexto da escrita e recepção de livros-chave como Mil platôs, Cinema 1 e 2, A dobra e O que é a filosofia?, estes textos abordam temas diversos como Proust, Foucault, a questão palestina, Francis Bacon, as drogas, Maio de 68, sua parceria com Guattari, a guerra, o cinema, a psicanálise, dos quais o autor de O anti-Édipo sempre consegue extrair problemas e conceitos inteiramente novos.
Deleuze: uma filosofia do acontecimento
Tradução de Luiz B. L. Orlandi
Obra de introdução ao pensamento de um dos maiores filósofos contemporâneos, Deleuze: uma filosofia do acontecimento, do ensaísta e professor François Zourabichvili (1965-2006), apresenta-se como um itinerário de leitura e um mapeamento dos principais conceitos formulados por Gilles Deleuze (1925-1995), tendo como elemento central a noção de acontecimento. Voltado tanto para o público iniciante como para os estudiosos do filósofo, este é um livro precioso, traduzido de forma exemplar por Luiz B. L. Orlandi.
O que ocorre quando nos colocamos diante da imagem? Neste livro, o historiador da arte Georges Didi-Huberman - professor da École des Hautes Études, em Paris, e autor de dezenas de livros fundamentais, entre eles O que vemos, o que nos olha (Editora 34, 1998) - recorda que, em francês, voir (ver) rima com savoir (saber), o que sugere que, em nossa aproximação às imagens, o olhar nunca é neutro ou desinteressado. Diante delas, enlaçamos o visível juntamente com palavras e modelos de pensamento. De onde vêm esses modelos? É precisamente essa interrogação, uma espécie de arqueologia crítica da História da Arte, que o autor leva a cabo nestas páginas.
Escrito sob o influxo de Maio de 1968, este livro revolucionário reúne conceitos de filosofia, literatura, antropologia, arte, economia, ciência e política para traçar, na contramão das concepções freudianas, novos rumos para as forças produtivas do inconsciente. Agora em nova e rigorosa tradução, assinada por Luiz Orlandi, autor também das valiosas notas que acompanham a edição, a obra seminal de Deleuze e Guattari finalmente chega ao leitor brasileiro em toda a sua potência.aolp
Mil platôs - vol. 2
Capitalismo e esquizofrenia 2
Tradução de Ana Lúcia de Oliveira, Lúcia Cláudia Leão
Revisão técnica de Luiz B. L. Orlandi
Sequência às teses de O anti-Édipo, contendo todos os componentes de um tratado de filosofia clássica - ontologia, física, lógica, psicologia, moral, política e estética.
Mil platôs - vol. 1
Capitalismo e esquizofrenia 2
Tradução de Ana Lúcia de Oliveira, Aurélio Guerra Neto, Célia Pinto Costa
Revisão técnica de Luiz B. L. Orlandi
Sequência às teses de O anti-Édipo, contendo todos os componentes de um tratado de filosofia clássica - ontologia, física, lógica, psicologia, moral, política e estética. A obra é organizada em quinze "platôs", que podem ser lidos de forma independente.
O volume 1 inclui os platôs 1) Introdução: Rizoma; 2) 1914 - Um só ou vários lobos?; e 3) 10.000 a.C. - A geologia da moral (quem a Terra pensa que é?); além do prefácio à edição italiana escrito pelos autores em 1987.
Na presente edição foram acrescentados a indicação das páginas da edição original francesa, índice onomástico, índice das matérias e uma bibliografia de Deleuze e Guattari.
Coletânea de 24 textos que giram em torno dos problemas colocados pelas novas tecnologias da imagem. Entre os autores brasileiros, canadenses, franceses, italianos e norte-americanos figuram nomes como Paul Virilio, Jean Baudrillard, Antonio Negri, Félix Guattari, Jean-François Lyotard, Arlindo Machado, Nelson Brissac e outros.
Coletânea de entrevistas concedidas por Gilles Deleuze ao longo de vinte anos - além de cartas e ensaios sobre política, literatura e televisão -, este volume forma uma excelente introdução ao pensamento do filósofo francês.
O que é a filosofia?
Tradução de Bento Prado Jr., Alberto Alonso Muñoz
A partir da questão - O que é a filosofia? -, Deleuze e Guattari esclarecem as condições, as incógnitas e os requisitos subjacentes à sua elaboração. A seguir, estabelecem as diferenças entre a atividade filosófica e a atividade científica ou artística. "A filosofia faz surgir os acontecimentos com seus conceitos, a arte ergue os monumentos com as sensações e a ciência constrói os estados de coisas com suas funções."
O papel da arquitetura na realidade urbana contemporânea é o ponto de partida da análise desenvolvida aqui pelo arquiteto e filósofo francês Paul Virilio, que propõe um implacável diagnóstico do mundo contemporâneo.
"Num tom fascinante e apocalíptico, Virilio tenta explicar as transformações na percepção de tempo dessa nossa era teleinformatizada." (Andrea Estevão, O Globo)
"Num tom fascinante e apocalíptico, Virilio tenta explicar as transformações na percepção de tempo dessa nossa era teleinformatizada." (Andrea Estevão, O Globo)
As tecnologias da inteligência
O futuro do pensamento na era da informática
Tradução de Carlos Irineu da Costa
Um inventário crítico da recente tecnologia que propiciou uma revolução comparável àquela ocorrida com a introdução da escrita na cultura ocidental. Lévy demonstra que a cultura da informática é uma nova forma de assimilação de conhecimento e um novo caminho para a produção intelectual - uma etapa posterior à da expressão oral e escrita.
Empirismo e subjetividade
Ensaio sobre a natureza humana segundo Hume
Tradução de Luiz B. L. Orlandi
Primeiro livro publicado por Gilles Deleuze (1953), Empirismo e subjetividade transcende sua contribuição para a história da filosofia ao analisar a questão do empirismo - e portanto, da diferença -, a partir da recuperação da obra (até então relegada pela crítica kantiana) do filósofo escocês David Hume (1711-1776).