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Notícias

Zuza Homem de Mello toma possa na Academia Paulista de Letras

Como se me fumasse, de Marcelo Mirisola, é semifinalista do Prêmio Oceanos

Yasmin Nigri autografa Bigornas na Livraria da Travessa (Botafogo)

A Editora 34 participa da 25a. edição da Bienal Internacional do Livro em São Paulo

Água funda, de Ruth Guimarães, tem reedição pela Editora 34 e lançamento na Academia Paulista de Letras

Guilherme Gontijo Flores autografa carvão :: capim no bar Sabiá, dia 5 de junho

Lucas Nobile autografa Raphael Rabello: o violão em erupção no Itaú Cultural

Copacabana, de Zuza Homem de Mello, terá lançamento em Portugal

Sul, de Veronica Stigger, é indicado ao Prêmio Açorianos de Literatura

Nuvens, de Hilda Machado, terá pré-lançamento na Desvairada - Feira de Livros e Poesia

Tinhorão recebe homenagem por seus
90 anos

 

Indicações

Foram registradas em áudio as mesas-redondas da série Encontros de Literatura Russa, realizada pela Editora 34 e o Centro Universitário Maria Antonia no final de 2012. Esses registros estão disponíveis aqui.

 

Reedições
Jairo Severiano, A canção no tempo
Geoffrey Chaucer, Os Contos de Canterbury
Ivan Turguêniev, Memórias de um caçador
Johann Wolfgang von Goethe, Os anos de aprendizado de Wilhelm Meister
Aristóteles, De Anima
Anton Makarenko, Poema pedagógico
Beatriz Bracher, Não falei
Paul Gilroy, O Atlântico negro
Lúcio Kowarick, Escritos urbanos
David Halberstam, Michael Jordan
Carlos Calado, Tropicália: a história de uma revolução musical
 

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Editora 34 na internet

A Editora 34 lança o romance Humilhados e ofendidos, de Dostoiévski, um dos maiores sucessos da carreira do autor, e que marca seu retorno à vida literária em 1861 após a prisão e o exílio na Sibéria. A edição conta com tradução, posfácio e notas de Fátima Bianchi, da Universidade de São Paulo, e o belo conjunto de vinte xilogravuras de Oswaldo Goeldi realizadas nos anos 1940 para ilustrar esta obra do grande escritor russo.
Lançamentos
 

Humilhados e ofendidos

Fiódor Dostoiévski

Tradução de Fátima Bianchi
Xilogravuras de Oswaldo Goeldi
 R$ 76,00

Após dez anos de exílio na Sibéria, Fiódor Dostoiévski retorna a Petersburgo em fins de 1859 determinado a escrever um romance genial, que lhe permita recuperar o prestígio de outros tempos. Esse romance é Humilhados e ofendidos, publicado em folhetim em 1861, livro que ocupa uma posição-chave na sua produção por ser um verdadeiro laboratório de temas e motivos que ressurgirão em suas obras de maturidade. Tendo como narrador a figura do jovem romancista Ivan Petróvitch, cuja vida guarda muitas semelhanças com a sua, Dostoiévski criou uma obra ao mesmo tempo cativante e de denúncia social, um verdadeiro turbilhão de afetos no qual o sentimento de cada personagem alcança a sua intensidade mais elevada.

 
 

Teoria do romance II
As formas do tempo e do cronotopo

Mikhail Bakhtin

Tradução de Paulo Bezerra
Organização da edição russa de Serguei Botcharov e Vadim Kójinov
 R$ 55,00

Este segundo volume da Teoria do romance de Mikhail Bakhtin, traduzido da mais recente edição crítica russa, introduz um dos conceitos-chave do pensamento do autor, o "cronotopo", ou seja, a configuração do tempo e do espaço na prosa literária. Neste "ensaio de poética histórica", Bakhtin parte do romance grego, passa pelas obras de Apuleio e Petrônio, pelo gênero biográfico e autobiográfico (Platão, Plutarco, Santo Agostinho), pelo folclore, pelos romances de cavalaria e pelos personagens picarescos, para chegar na extraordinária obra de François Rabelais.

 

   

Cinema 1 - A imagem-movimento

Gilles Deleuze

Tradução de Stella Senra
 R$ 62,00

Publicado na França em 1983, A imagem-movimento constitui - junto com A imagem-tempo, volume que o seguiu dois anos depois - o mais impressionante esforço filosófico para fazer do cinema uma forma de pensamento. Nele, Gilles Deleuze parte das tentativas pioneiras de Bergson, contemporâneas ao nascimento da sétima arte, para definir o conceito de "imagem-movimento", de modo a superar a dicotomia entre o movimento como realidade exterior e a imagem como realidade psíquica da consciência. Combinando as intuições bergsonianas ao sistema de signos não-verbais de Pierce, Deleuze organiza um amplo panorama em que se articulam as obras de gigantes como Chaplin, Eisenstein, Ford, Bergman e Hitchcock, e precursores como Griffith e Viértov.

 
 

Almas mortas

Nikolai Gógol

Tradução de Rubens Figueiredo
Posfácio de Donald Fanger
 R$ 79,00

Publicado em 1842, Almas mortas é a grande obra-prima de Gógol, romance no qual o autor, considerado o fundador da moderna literatura russa, elabora um retrato ao mesmo tempo lírico e satírico de seu país. A narrativa traz a história de Tchítchikov, um especulador de São Petersburgo que viaja pelo interior da Rússia adquirindo, dos proprietários de terras locais, os servos ("almas") já falecidos, mas que ainda estavam registrados como vivos no último censo. Baseada na mais recente edição crítica russa, a brilhante tradução de Rubens Figueiredo é acompanhada de quatro textos de Gógol comentando a redação do livro e as reações à sua publicação. O volume inclui ainda os rascunhos que restaram da segunda parte do romance e um ensaio assinado por Donald Fanger, professor emérito da Universidade de Harvard, que analisa em detalhe toda a genialidade da prosa do autor.

 

   

Cinema 2 - A imagem-tempo

Gilles Deleuze

Tradução de Eloisa Araújo Ribeiro
 R$ 68,00

A imagem-tempo, publicado na França em 1985, completa o projeto iniciado por Gilles Deleuze em A imagem-movimento: o de fazer da arte cinematográfica uma nova forma de pensamento. Se no primeiro volume o autor analisa o cinema clássico, neste ele aborda a ruptura estética que surge com a Segunda Guerra Mundial, o neorrealismo italiano e a obra de Roberto Rosselini. O filósofo estuda como as imagens cinematográficas passam a ser encadeadas por cortes irracionais, o tempo deixa de decorrer do movimento e surgem os signos óticos e sonoros puros desprendidos das situações sensório-motoras. Com novas ferramentas conceituais, como o "cristal de tempo", Deleuze ilumina de modo original a obra de mestres como Ozu, Buñuel, Orson Welles, Antonioni, Godard e Tarkóvski, movimentos como a nouvelle vague, e a produção de cineastas atentos aos dramas do Terceiro Mundo, como Pasolini e Glauber Rocha.

 
 

A Doença

Domingos Caldas Barbosa

 R$ 36,00

Publicado em 1777 em Lisboa, A Doença é um poema autobiográfico de Caldas Barbosa (1740-1800), um dos mais importantes poetas brasileiros do século XVIII e um dos fundadores da nossa música popular. Praticamente desconhecido no Brasil, este texto é um raro registro da experiência de um mulato brasileiro em Portugal no Período Pombalino, onde o compositor de modinhas e lundus narra as dificuldades por que passou após abandonar a Universidade de Coimbra, por falta de recursos, até receber o patronato da ilustre família dos Vasconcelos e Sousa. A presente edição traz o poema em ortografia atualizada, acompanhado de notas explicativas e um ensaio redigido por Lúcia Helena Costigan e Fernando Morato, da Ohio State University.

 

   

Sete contra Tebas

Ésquilo

Tradução de Trajano Vieira
Edição bilíngue
Ensaio de Alan H. Sommerstein
 R$ 43,00

Sete contra Tebas, de Ésquilo, é a segunda tragédia mais antiga que chegou até nós e foi encenada pela primeira vez em 467 a.C. Como pano de fundo, temos a maldição lançada sobre os reis de Tebas, na Grécia, que causou o assassinato de Laio, a desgraça de seu filho Édipo, e uma guerra fratricida entre os dois filhos de Édipo, Etéocles e Polinices, para herdar seu trono. A história se inicia quando Polinices, alijado do poder por seu irmão, reúne um exército com mais seis generais gregos e cerca as muralhas de Tebas. Diante da invasão iminente, o rei Etéocles, protagonista da peça, procura acalmar os cidadãos em pânico e organizar a defesa das sete portas da cidade.

 
 

Raphael Rabello
O violão em erupção

Lucas Nobile

Prefácio de Zuza Homem de Mello
Apoio: Rumos Itaú Cultural
 R$ 64,00

Esta biografia do violonista carioca Raphael Rabello (1962-1995) conta a meteórica trajetória de um dos maiores instrumentistas que este país já conheceu. Ainda muito jovem ele se tornou um dos principais músicos de estúdio e acompanhantes de shows de nossa MPB, partindo em seguida para a carreira solo com o disco Rafael Sete Cordas em 1982 e assinando álbuns em parceria com Radamés Gnattali, Ney Matogrosso, Paulo Moura, Elizeth Cardoso e Dino 7 Cordas, entre outros, até sua precoce e trágica morte aos 32 anos. Escrito pelo jornalista Lucas Nobile, o livro traz ainda listagens completas de todas as gravações e composições de Raphael, além de dezenas de imagens inéditas deste músico que revolucionou a técnica do violão no Brasil.

 

   

carvão : : capim

Guilherme Gontijo Flores

 R$ 36,00

Nesta quinta coletânea poética de Guilherme Gontijo Flores, carvão :: capim, esses dois elementos quase contraditórios funcionam, conjuntamente, como um símbolo do ciclo da vida. Dividido em quatro partes, o livro parte de uma "Petrografia esparsa", com poemas que aludem às tantas mortes que marcaram e continuam a marcar nossa história. Em seguida, "História dos animais" propõe uma zoopoética que não deixa de enxergar a beleza da morte iluminada, por exemplo, numa pedra de âmbar. Já "Quatro cantatas fúnebres" traz poemas dedicados à guerrilheira Dinalva Oliveira e ao poeta salvadorenho Roque Dalton, ambos assassinados por motivos políticos, para desaguar na parte final, "Lo ferm voler" (referência a um verso do trovador medieval Arnaut Daniel), onde o impulso lírico-amoroso vem reafirmar a vida, o viço e a vontade.

 
 

Bigornas

Yasmin Nigri

 R$ 36,00

Livro de estreia da carioca Yasmin Nigri, Bigornas é um trabalho surpreendentemente sólido. Mais que uma simples coletânea de poemas, o livro é construído sobre a ideia de formação poética e tangencia questões como solidão, violência e fracasso. Dividido em quatro partes, reúne desde alguns de seus primeiros poemas, mais distendidos e bem-humorados (Rua de Ontem), passando por uma série dedicada a artistas que influenciam seu olhar (Recibos) e por um romance entre mulheres (Mulher Malevich), até os da última parte (Bigornas), cuja concisão e densidade lhes atribui a eficácia dos golpes bem-assestados.

 

   

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