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Notícias

Seis títulos da Editora 34 estão entre os finalistas do Prêmio Jabuti 2019

Zuza Homem de Mello, Yasmin Nigri e Guilherme Gontijo Flores são finalistas do 4º Prêmio Rio de Literatura

Lúcio Kowarick autografa a nova edição de Trabalho e vadiagem na Livraria da Travessa - Pinheiros

Editora 34 e Livraria da Vila realizam o ciclo de encontros "Russos na Vila" para debater a literatura russa

ABRALIC anuncia os vencedores do Prêmio Boris Schnaiderman e sagra as traduções de Sobre isto, de Maiakóvski, feita por Leticia Mei, e de O ano nu, de Boris Pilniák, por Lucas Simone

O homem que plantava árvores, de Jean Giono, recebe o Prêmio Monteiro Lobato da FNLIJ

Leyla Perrone-Moisés, Milton Hatoum e Samuel Titan Jr. participam de bate-papo que marca a reedição de Três contos, de Gustave Flaubert, pela Coleção Fábula

As ilustrações de Daniel Bueno para O homem que plantava árvores, de Jean Giono, são selecionadas para a Bienal de Ilustrações de Bratislava

Ismail Xavier é presença confirmada na Flip 2019

Teatro do oprimido, de Augusto Boal, volta às livrarias em reedição da Editora 34

Bruno Brum lança Tudo pronto para o fim do mundo em Belo Horizonte

 

Indicações

Foram registradas em áudio as mesas-redondas da série Encontros de Literatura Russa, realizada pela Editora 34 e o Centro Universitário Maria Antonia no final de 2012. Esses registros estão disponíveis aqui.

 

Reedições
Jairo Severiano, A canção no tempo
Geoffrey Chaucer, Os Contos de Canterbury
Ivan Turguêniev, Memórias de um caçador
Johann Wolfgang von Goethe, Os anos de aprendizado de Wilhelm Meister
Aristóteles, De Anima
Anton Makarenko, Poema pedagógico
Beatriz Bracher, Não falei
Paul Gilroy, O Atlântico negro
Lúcio Kowarick, Escritos urbanos
David Halberstam, Michael Jordan
Carlos Calado, Tropicália: a história de uma revolução musical
 

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Editora 34 na internet

A Editora 34 lança A luva, ou KR-2, de Varlam Chalámov (1907-1982), sexto e último volume dos Contos de Kolimá, em que o escritor russo dá testemunho dos quase 17 anos em que esteve preso em um dos mais terríveis campos de trabalhos forçados do período stalinista, na Sibéria oriental. Segundo Boris Schnaiderman, trata-se de um dos “documentos humanos mais fortes que o atribulado século XX nos legou”.
Lançamentos
 

Moby Dick, ou A baleia

Herman Melville

Prefácio de Albert Camus
Posfácio de Bruno Gambarotto
 R$ 94,00

Lançado em 1851, Moby Dick, de Herman Melville (1819-1891), se tornou um dos livros de aventura mais emblemáticos da literatura universal. A história do capitão Ahab, em busca de vingança contra o terrível cachalote que amputara sua perna, entrou definitivamente para a cultura popular, inspirando criações nas artes plásticas, no teatro, no cinema e na música. Mas uma leitura atenta da obra-prima de Melville pode revelar as camadas mais profundas do texto - as alusões bíblicas, as críticas ao nascente imperialismo norte-americano, as referências à obra de Shakespeare, entre muitos outros temas -, que deram ao autor o posto de maior prosador norte-americano do século XIX. Além de trazer ensaios de Evert Duyckinck, D. H. Lawrence e F. O. Matthiessen sobre Moby Dick, que delineiam a recepção crítica do livro, esta nova edição apresenta um prefácio de Albert Camus, inédito em nosso país, e um ensaio de Bruno Gambarotto, um dos maiores especialistas brasileiros na obra de Melville.

 
 

Três contos

Gustave Flaubert

Projeto gráfico de Raul Loureiro
 R$ 44,00

Os Três contos de Gustave Flaubert (1821-1880) constituem um dos pontos mais altos da literatura francesa. Ao retornar a temas, figuras e paisagens que o acompanhavam desde a juventude, o autor de Madame Bovary destilou uma suma de sua obra nas breves páginas deste último livro que chegou a completar. Seja narrando o meio século de servidão de uma criada em "Um coração simples", seja desdobrando a tapeçaria alucinada da "Legenda de São Julião Hospitaleiro" ou ainda reinventando um episódio bíblico em "Herodíade", Flaubert levou a arte da ficção a territórios ainda pouco explorados. Seu contemporâneo Henry James não tardou a ver "um elemento de perfeição" neste livro de 1877; e o próprio Flaubert, a meio caminho de sua redação, confidenciou numa carta: "Tenho a impressão de que a Prosa francesa pode chegar a uma beleza de que mal se faz ideia".

 

   

Antologia do humor russo (1832-2014)

Organização de Arlete Cavaliere
 R$ 89,00

Dos clássicos Gógol, Dostoiévski, Tolstói e Tchekhov até os contemporâneos Viktor Peliévin, Liudmila Ulítskaia e Dmitri Býkov, esta Antologia do humor russo reúne 37 autores e 57 textos, a maioria deles inéditos no Brasil, incluindo contos, trechos de romances, crônicas, cartas e até breves peças de teatro. Esta produção, que muitas vezes surgiu em contestação aos regimes repressivos do tsarismo e do stalinismo, traça um amplo panorama do "mundo do riso" russo, com suas múltiplas vertentes, da comédia do absurdo ao humor mais sutil.

 
 

Ocupar e resistir
Movimentos de ocupação de escolas pelo Brasil (2015-2016)

Apresentação de Marcos Nobre
 R$ 64,00

Esta coletânea, organizada por pesquisadores do CEBRAP, reúne treze ensaios, de autores de diversas áreas, sobre o movimento dos estudantes secundaristas que ocuparam centenas de escolas brasileiras, entre 2015 e 2016, em protesto contra a precarização do ensino e em defesa de uma educação pública de qualidade. As ocupações surpreenderam as autoridades e a opinião pública pela organização exemplar dos alunos, tanto na gestão das escolas quanto nas suas estratégias de ação, recusando qualquer subordinação a partidos políticos. Extremamente jovens, esses meninos e meninas constituíram assim um dos movimentos sociais mais interessantes da atualidade, inspirando novas formas de fazer política no Brasil.

 

   

Sertão mar
Glauber Rocha e a estética da fome

Ismail Xavier

 R$ 53,00

Sertão mar é um clássico do ensaísmo crítico brasileiro. Com ele, a obra cinematográfica de Glauber Rocha ganhou um nível de compreensão inédito, fundamentado agora na análise minuciosa da forma em seus filmes. Ressaltando a originalidade de Barravento (1962) e Deus e o diabo na terra do sol (1964), de Glauber, em contraponto a O pagador de promessas (1962), de Anselmo Duarte, e O cangaceiro (1953), de Lima Barreto, Ismail Xavier mostra como o diretor baiano realizou a fusão do cinema de vanguarda com o que ele mesmo chamou de "estética da fome", transformando as precárias condições do Terceiro Mundo em motor de invenção de sua obra. Esta nova edição inclui em apêndice o posfácio de Leandro Saraiva à segunda edição do livro (2007), o prefácio de Mateus Araújo à edição francesa (2008), e uma entrevista do autor a Vinicius Dantas realizada em 1983.

 
 

Portugal e Brasil na crise do Antigo Sistema Colonial
(1777-1808)


Fernando A. Novais

 R$ 77,00

Clássico da historiografia brasileira, publicado originalmente em 1979, Portugal e Brasil na crise do Antigo Sistema Colonial situa a colonização do Brasil como parte complementar das economias centrais na expansão do capitalismo comercial, criando uma estrutura sócio-econômica específica, baseada na monocultura e no escravismo. No final do século XVIII, no entanto, o sistema entra em crise, quando o capitalismo comercial se esgota nos países centrais para se transmutar em capitalismo industrial, dinâmica contraditória que estará na base da formação do Brasil como nação independente.

 

   

Teoria do romance III
O romance como gênero literário

Mikhail Bakhtin

Tradução de Paulo Bezerra
Organização da edição russa de Serguei Botcharov e Vadim Kójinov
 R$ 43,00

Este terceiro e último volume da Teoria do romance de Mikhail Bakhtin, traduzido da mais recente edição crítica russa, traz dois ensaios fundamentais do autor: "Sobre a pré-história do discurso romanesco" (de 1940), em que é analisada a importância dos diversos estilos paródicos no surgimento do romance; e "O romance como gênero literário" (de 1941, antes conhecido como "Epos e romance"), no qual se discute a especificidade do discurso romanesco em contraposição às formas da épica. No posfácio ao volume, o tradutor Paulo Bezerra destaca a originalidade das ideias de Bakhtin, que alteraram de forma radical os rumos da teoria literária no século XX.

 
 

Ler o mundo
Experiências de transmissão cultural nos dias de hoje

Michèle Petit

Tradução de Julia Vidile
 R$ 46,00

Apresentando iniciativas bem-sucedidas de estímulo à leitura e de leitura compartilhada em vários países - entre eles, o Brasil -, a antropóloga francesa Michèle Petit traça um quadro abrangente dos resultados positivos e dos desafios que cercam as experiências de transmissão cultural na contemporaneidade. Em Ler o mundo, Petit condensa praticamente toda sua vida de ativista da leitura para, a partir de dezenas de exemplos, redigir um manifesto lúcido, comovente e necessário em defesa do acesso de todos à arte e à literatura.

 

   

O Trianon do MAM ao MASP
Arquitetura e política em São Paulo (1946-1968)

Daniele Pisani

Tradução de Celina Olga de Souza
 R$ 62,00

Em O Trianon do MAM ao MASP, Daniele Pisani, professor de arquitetura em Milão, na Itália, revela a história dos vários projetos realizados para o lote urbano onde foi construído o Museu de Arte de São Paulo, na avenida Paulista. Nesta trama cheia de reviravoltas se entrecruzam, como num roteiro teatral, figuras de alto poder econômico e político, como Ciccillo Matarazzo, Assis Chateaubriand e Nelson Rockefeller, e alguns dos melhores arquitetos brasileiros, como Affonso Eduardo Reidy, Oscar Niemeyer, Vilanova Artigas e Lina Bo Bardi. Fartamente ilustrado com fotos e documentos, muitos deles inéditos, este livro subverte interpretações consagradas e se constitui em uma referência obrigatória para compreender as relações entre arquitetura, política e cultura na São Paulo das décadas de 1940, 50 e 60.

 
 

Trabalho e vadiagem
A origem do trabalho livre no Brasil

Lúcio Kowarick

Prefácio de Raquel Glezer
 R$ 43,00

Em Trabalho e vadiagem, Lúcio Kowarick estuda a formação do mercado de trabalho livre no Brasil, da época da escravidão até o início do século XX. Buscando captar no curso da história brasileira a origem da marginalização de vastos contingentes de nossa população, o livro é de uma surpreendente atualidade, levando-nos a detectar no tratamento da mão de obra de hoje as mesmas situações encontradas no passado. Lançado originalmente em 1987, este ensaio, que se tornou um pequeno clássico da sociologia brasileira, é agora acrescido de imagens e de um capítulo inédito, em que se analisa o modo e condição de vida dos chamados "livres despossuídos".

 

   

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