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Literatura russa | Cinema e teatro
 


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O percevejo
Comédia fantástica em nove cenas

 

Vladímir Maiakóvski

Cotejo com o original russo e posfácio de Boris Schnaiderman

112 p. - 14 x 21 cm
ISBN 978-85-7326-423-4
2009 - 1ª edição
Edição conforme o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa

Obra-prima da arte de vanguarda russa e ponto alto da produção teatral de Maiakóvski, a comédia fantástica O percevejo - redigida no final de 1928 e encenada no ano seguinte - assinala também um ponto de inflexão na trajetória do poeta. Neste texto, o entusiasmo de Maiakóvski com a Revolução de 1917 dá lugar a uma visão crítica do futuro do socialismo, expressa numa sátira contundente que mistura temas jornalísticos, jingles publicitários, mitos pessoais, canções, política, amor e ficção científica.
     Apesar do sucesso da peça, a montagem original de O percevejo - com cenários de Ródtchenko, trilha sonora de Shostakóvitch e direção de Meyerhold - foi duramente criticada por dirigentes partidários que acusavam Maiakóvski de ser formalista e pouco didático, o que contribuiu para o desgaste do poeta, que cometeria suicídio um ano depois, em 1930.
     No Brasil, a peça foi traduzida e, em 1981, levada ao palco por Luís Antonio Martinez Corrêa. É esta tradução - revista por Boris Schnaiderman, também autor do posfácio e de uma cronologia sobre a vida e a obra do poeta - que agora é oferecida ao leitor, enriquecida com um texto inédito em português do próprio Maiakóvski sobre O percevejo.


Sobre o autor
Vladímir Maiakóvski nasceu em 19 de julho de 1893 na aldeia de Bagdádi, na Geórgia. Aos quinze anos inicia sua militância política junto à ala bolchevique do Partido Operário Social-Democrata Russo. Entre 1908 e 1910, sofre repetidas prisões. Nesse período, entrega-se à leitura febril da literatura russa da época, sobretudo poesia simbolista, e começa a escrever versos. Em 1911 ingressa na Escola de Pintura, Escultura e Arquitetura de Moscou, onde trava amizade com David Burliuk, junto a quem constituiria o núcleo fundador do movimento futurista russo. A campanha de agitação em favor do movimento resulta, em 1914, na expulsão de ambos da escola, seguindo-se um período de viagens pelo país em ebulição. Após a Revolução de Outubro, adere com entusiasmo ao novo regime, colaborando com a propaganda estatal, sobretudo na elaboração de cartazes. Entre 1922 e 1923, organiza a editora MAF e a revista LEF, ambas pautadas pela intenção expressa de aliar arte revolucionária e luta pela transformação social. Abre-se um intenso período de viagens pela Rússia no exterior, bem como de criação artística, tanto de poesia como de teatro. Suas posições, contudo, passam a receber repetidos ataques de várias frentes, e seu grupo vanguardista sofre progressivo isolamento, acusado de fazer arte "incompreensível para as massas". Em 1930, em meio a uma grave depressão, comete suicídio.


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