Editora 34
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Filosofia

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Publicado em 1995, O desentendimento é uma das obras mais importantes de Jacques Rancière, Professor Emérito da Universidade de Paris VIII. Neste livro, ele parte das definições do político em Aristóteles, passa pelo estudo das revoltas dos escravos na Antiguidade e desemboca no presente, formulando um dos diagnósticos mais lúcidos e abrangentes sobre a crise das democracias contemporâneas. Obra fundamental deste que é reconhecido com um dos grandes pensadores da atualidade, O desentendimento chega aos leitores brasileiros em nova edição inteiramente revista e anotada.
Espinosa e o problema da expressão
Tradução de GT Deleuze - 12
Coordenação de Luiz B. L. Orlandi
"A força de uma filosofia", diz o autor a certa altura deste livro, "se mede pelos conceitos que ela cria, ou cujo sentido ela renova, e que impõem um novo recorte às coisas e às ações." Em Espinosa e o problema da expressão, Gilles Deleuze (1925-1975) mapeia, no pensamento do holandês Benedicto de Espinosa (1632-1677), as relações entre teoria da substância, teoria da ideia e teoria das paixões e das ações, pondo em destaque, particularmente, as conexões entre substância e a composição dos modos finitos de existência. O resultado é um livro raro, no qual (como deixa entrever o posfácio de François Zourabichvili) Deleuze ilumina Espinosa e Espinosa ilumina Deleuze.
Políticas da escrita
Tradução de Raquel Ramalhete, Laís Eleonora Vilanova, Ligia Vassalo, Eloisa Araújo Ribeiro
"Antes de ser o exercício de uma competência, o ato de escrever é uma maneira de ocupar o sensível e de dar sentido a essa ocupação." Partindo dessa afirmação, o filósofo Jacques Rancière investiga em nove ensaios o que está em jogo na escrita de poetas, romancistas, filósofos e historiadores. Com lucidez incomum, Políticas da escrita renova nossa percepção de autores fundamentais como Rimbaud, Wordsworth, Byron, Mandelstam, Cervantes, Balzac, mas também de historiadores como Jules Michelet, Fernand Braudel e outros.
Dois regimes de loucos
Textos e entrevistas (1975-1995)
Tradução de Guilherme Ivo
Edição preparada por David Lapoujade
Revisão técnica de Luiz B. L. Orlandi
Este volume reúne mais de sessenta ensaios, artigos, cartas, manifestos, depoimentos e entrevistas de Gilles Deleuze (1925-1995), cobrindo os últimos vinte anos de carreira deste que é um dos mais originais filósofos do século XX. Além de iluminar o contexto da escrita e recepção de livros-chave como Mil platôs, Cinema 1 e 2, A dobra e O que é a filosofia?, estes textos abordam temas diversos como Proust, Foucault, a questão palestina, Francis Bacon, as drogas, Maio de 68, sua parceria com Guattari, a guerra, o cinema, a psicanálise, dos quais o autor de O anti-Édipo sempre consegue extrair problemas e conceitos inteiramente novos.
Obra de introdução ao pensamento de um dos maiores filósofos contemporâneos, Deleuze: uma filosofia do acontecimento, do ensaísta e professor François Zourabichvili (1965-2006), apresenta-se como um itinerário de leitura e um mapeamento dos principais conceitos formulados por Gilles Deleuze (1925-1995), tendo como elemento central a noção de acontecimento. Voltado tanto para o público iniciante como para os estudiosos do filósofo, este é um livro precioso, traduzido de forma exemplar por Luiz B. L. Orlandi.
Que emoção! Que emoção?
Tradução de Cecília Ciscato
Projeto gráfico de Raul Loureiro
Diante de uma plateia de jovens e adultos, o filósofo e historiador da arte Georges Didi-Huberman pergunta: o que são as emoções? Todos nós as conhecemos em primeira mão, é claro, mas nem por isso elas deixam de nos intrigar. Somos nós que as "temos" ou são elas que nos "têm"? Nós as sofremos - e portanto elas nos imobilizam, nos reduzem à passividade - ou elas nos movem, isto é, nos levam à ação? Elas nos isolam e nos silenciam ou, ao contrário, são uma forma de comunicação com os nossos semelhantes? Para sugerir respostas a essas questões, Didi-Huberman nos convida a percorrer as ideias de alguns pensadores ocidentais - e, sobretudo, a olhar com atenção para as emoções cristalizadas em grandes obras de arte, da escultura antiga ao cinema moderno.
Diante da imagem
Questão colocada aos fins de uma história da arte
Tradução de Paulo Neves
O que ocorre quando nos colocamos diante da imagem? Neste livro, o historiador da arte Georges Didi-Huberman - professor da École des Hautes Études, em Paris, e autor de dezenas de livros fundamentais, entre eles O que vemos, o que nos olha (Editora 34, 1998) - recorda que, em francês, voir (ver) rima com savoir (saber), o que sugere que, em nossa aproximação às imagens, o olhar nunca é neutro ou desinteressado. Diante delas, enlaçamos o visível juntamente com palavras e modelos de pensamento. De onde vêm esses modelos? É precisamente essa interrogação, uma espécie de arqueologia crítica da História da Arte, que o autor leva a cabo nestas páginas.
Mil platôs - vol. 2
Capitalismo e esquizofrenia 2
Tradução de Ana Lúcia de Oliveira, Lúcia Cláudia Leão
Revisão técnica de Luiz B. L. Orlandi
Sequência às teses de O anti-Édipo, contendo todos os componentes de um tratado de filosofia clássica - ontologia, física, lógica, psicologia, moral, política e estética.
Gêneses da modernidade
Tradução de Lúcia Cláudia Leão, Marília Pessoa
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Em Gêneses da modernidade, Gandillac sonda os elementos formadores da modernidade, partindo de uma análise de vários temas que atravessam a Antiguidade, a Idade Média e o Renascimento. Composto de onze ensaios que abordam a história da filosofia - autores e ideias - do século V até o XVII, o livro é uma excelente introdução ao pensamento medieval.
A assinatura do mundo
O que é a filosofia de Deleuze e Guattari
Tradução de Maria Helena Rouanet, Bluma Villar
Indisponível Avise-me saiba mais
Partindo da última obra conjunta de Deleuze e Guattari, O que é a filosofia?, o autor faz um balanço da questão ontológica na filosofia contemporânea.
Mil platôs - vol. 1
Capitalismo e esquizofrenia 2
Tradução de Ana Lúcia de Oliveira, Aurélio Guerra Neto, Célia Pinto Costa
Revisão técnica de Luiz B. L. Orlandi
Sequência às teses de O anti-Édipo, contendo todos os componentes de um tratado de filosofia clássica - ontologia, física, lógica, psicologia, moral, política e estética. A obra é organizada em quinze "platôs", que podem ser lidos de forma independente. O volume 1 inclui os platôs 1) Introdução: Rizoma; 2) 1914 - Um só ou vários lobos?; e 3) 10.000 a.C. - A geologia da moral (quem a Terra pensa que é?); além do prefácio à edição italiana escrito pelos autores em 1987. Na presente edição foram acrescentados a indicação das páginas da edição original francesa, índice onomástico, índice das matérias e uma bibliografia de Deleuze e Guattari.
Invenção de Atenas
Tradução de Lílian Valle
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Com um estilo elegante e peculiar de escrita e análise, Nicole Loraux, em Invenção de Atenas, explora as relações entre o imaginário dos antigos helenos e dos estudiosos modernos da Grécia, para renovar nossa percepção do mundo grego, dos pontos de vista histórico e filosófico.