Clássicos da literatura
86 títulos
Ensaios
Tradução de Sérgio Milliet
O Ensaio Dos coxos Livro III é leitura obrigatória para o Vestibular da UFPR 2026 curso Filosofia
Edição integral
Revisão técnica e notas adicionais de Edson Querubini
Apresentação de Andre Scoralick
Revisão técnica e notas adicionais de Edson Querubini
Apresentação de Andre Scoralick
Obra-chave do pensamento ocidental, os Ensaios de Montaigne, publicados na França entre 1580 e 1588, tornaram célebre seu autor, inspiraram os filósofos do Iluminismo e criaram um novo gênero literário. Ao falar de si mesmo com uma franqueza e liberdade que até hoje nos tocam, Michel de Montaigne (1533-1592), um homem do Renascimento, fala na verdade da condição humana, com reflexões sobre a psicologia, a educação, a ética e a política. Esta tradução integral de Sérgio Milliet, um dos grandes intelectuais brasileiros do século XX - que busca, em sua elegância e fluência, sempre a fidelidade ao espírito do original -, é apresentada aqui com a rigorosa revisão técnica de Edson Querubini, um dos principais especialistas em Montaigne no Brasil.
Fedro
Tradução de José Cavalcante de Souza
Edição bilíngue - português/grego
Posfácio e notas de José Trindade Santos
Em Fedro, Platão (428-347 a.C.) nos coloca diante de três discursos sobre o amor - o do orador Lísias, retomado por Fedro, e os dois de Sócrates -, proferidos durante uma caminhada fora dos muros de Atenas. Neste belo diálogo, se discute não apenas Eros, mas a natureza da própria arte retórica, da memória e da escrita. Com tradução inédita de José Cavalcante de Souza, um dos fundadores da área de Estudos Clássicos no Brasil, o volume, bilíngue, conta com um texto de apresentação do próprio tradutor, além de ensaio e notas do helenista português José Trindade Santos.
O Banquete é um dos diálogos mais célebres de Platão (428-347 a.C.). Ambientado durante um jantar oferecido pelo poeta Agatão em Atenas, põe em cena Sócrates, Aristófanes e outros convivas enfrentando-se em uma competição: cada um deve fazer um discurso de elogio à figura de Eros, o deus do amor. A consagrada tradução de José Cavalcante de Souza, acompanhada de notas e um alentado ensaio, é apresentada agora em edição revista e bilíngue, colocando novamente à disposição do leitor um dos trabalhos fundadores dos Estudos Clássicos no Brasil.
Aventuras de Alice no País das Maravilhas
Leitura obrigatória do vestibular da UNICAMP 2026
Tradução de Sebastião Uchoa Leite
Ilustrações de John Tenniel
Projeto gráfico de Raul Loureiro
Publicadas pela primeira vez em 1865, as Aventuras de Alice no País das Maravilhas logo mostraram a que vinham, conquistando crianças, adolescentes e também os leitores adultos. Mais de 150 anos depois, o livro continua a viver seu destino de muitas faces: clássico infanto-juvenil incontornável, cheio de vida e de verve; romance repleto de alusões cifradas e de humor sutil; fonte de inspiração para escritores, artistas e filósofos; matéria-prima de adaptações literárias, versões cinematográficas e assim por diante. Por tudo isso, é sempre hora de ler ou reler as Aventuras de Alice no País das Maravilhas em sua forma integral - com direito às ilustrações originais de John Tenniel e na belíssima tradução do poeta Sebastião Uchoa Leite.
Um dos maiores poemas épicos da literatura ocidental - de uma tradição que inclui a Ilíada e a Odisseia de Homero, a Eneida de Virgílio e a Divina Comédia de Dante -, o Paraíso perdido foi publicado originalmente em 1667, na Inglaterra, em um período especialmente turbulento daquela nação. Seu autor, John Milton (1608-1674), foi um dos grandes intelectuais de seu tempo e destemido apoiador da Revolução Puritana inglesa, que depôs e executou o rei Carlos I e proclamou a República em 1649.
A presente edição, bilíngue, traz a elogiada tradução do premiado poeta português Daniel Jonas, que segue de perto a versificação e a musicalidade do original. Completam o volume as notas e o posfácio do tradutor, uma apaixonada apresentação do crítico Harold Bloom, e a fantástica série de cinquenta ilustrações de Gustave Doré, publicadas em 1866.
A presente edição, bilíngue, traz a elogiada tradução do premiado poeta português Daniel Jonas, que segue de perto a versificação e a musicalidade do original. Completam o volume as notas e o posfácio do tradutor, uma apaixonada apresentação do crítico Harold Bloom, e a fantástica série de cinquenta ilustrações de Gustave Doré, publicadas em 1866.
Paisagens humanas do meu país é a obra máxima do poeta turco Nâzým Hikmet (1902-1963), que a ela dedicou cerca de 22 anos de trabalho, boa parte deles na prisão. Neste épico do século XX, que tem a Segunda Guerra Mundial como um de seus eixos narrativos, cruzam-se dezenas de destinos, das personagens mais desamparadas a poderosos magnatas e políticos corruptos, passando por um leque de figuras inesquecíveis. O resultado é um retrato comovente da conturbada história do nosso tempo, em se misturam lirismo, revolta e compaixão no mais alto grau. Um livro fora do comum, traduzido diretamente do original turco por Marco Syrayama de Pinto.
O Hipólito, de Eurípides, estreou nas Dionísias de Atenas em 428 a.C., recebendo o primeiro prêmio do festival. A trama da peça é ambientada em Trezena, onde o jovem protagonista vive com seu pai, Teseu, e a madrasta, Fedra. O casto Hipólito é devoto da deusa da caça, Ártemis, o que provoca a ira de Afrodite, deusa do amor. Esta, para se vingar, faz Fedra se apaixonar pelo enteado. A partir deste enredo, onde se contrapõem honra e traição, Eurípides constrói de forma engenhosa sua tragédia com uma série de pares opostos: Hipólito e Teseu; Fedra e a nutriz (sua criada); Afrodite e Ártemis; além de dois coros: o das mulheres de Trezena e o dos servos de Hipólito. A presente edição, bilíngue, traz, além da esmerada recriação poética de Trajano Vieira, uma elucidativa análise da peça realizada por Bernard Knox - um dos grandes helenistas do século XX.
Clássicos do conto russo
Organização de Arlete Cavaliere
Tradução de Boris Schnaiderman, Paulo Bezerra, Tatiana Belinky e outros
Edição de bolso
Apresentação de Arlete Cavaliere
Apresentação de Arlete Cavaliere
Reunindo doze dos maiores escritores dos séculos XIX e XX e 24 histórias, a antologia Clássicos do conto russo é uma excelente introdução a uma das literaturas que mais têm fascinado o leitor contemporâneo. De Púchkin à Bábel, passando por Gógol, Turguêniev, Dostoiévski, Tolstói, Leskov, Tchekhov, Górki, Búnin, Andrêiev e Bulgákov, esta coletânea mescla textos famosos - como "Diário de um louco", de Gógol, e "O Grande Inquisidor", de Dostoiévski - com contos inéditos no Brasil - como "O espírito da senhora Genlis", de Leskov, e "Cenas de Moscou", de Bulgákov -, todos eles traduzidos diretamente do russo e acompanhados por uma pequena biografia de cada autor.
O primeiro e mais importante tratado sobre as formas literárias da tradição ocidental, a Poética de Aristóteles (384-322 a.C.) não tem deixado de ser lida e interpretada ao longo de seus 23 séculos de existência. A presente tradução de Paulo Pinheiro, professor de Estética e Filosofia, rigorosamente amparada em notas e atenta às pesquisas mais recentes, faz reviver o texto original de maneira clara e profunda, numa edição bilíngue voltada tanto para estudantes como para leitores já iniciados na matéria.
Alice - edição comemorativa 150 anos - 2 volumes
Tradução de Sebastião Uchoa Leite
Ilustrações de John Tenniel
Projeto gráfico de Raul Loureiro
A Caixa Alice reúne os dois grandes clássicos de Lewis Carroll, que até hoje encantam adultos e crianças: Aventuras de Alice no País das Maravilhas (1865) e Através do espelho e o que Alice encontrou lá (1871). Única edição brasileira a trazer a consagrada tradução do poeta Sebastião Uchoa Leite, com a colaboração de Augusto de Campos nos poemas, os dois volumes, com sobrecapa e luva, trazem ainda as 92 ilustrações originais de John Tenniel (1820-1914), que realizou seu trabalho sob a estrita supervisão do autor, num encaixe perfeito entre texto e imagem, aqui destacado com o belo projeto gráfico de Raul Loureiro..
Poucos textos do século XIX tiveram vida tão intensa, e extensa, como Carmen, a obra-prima de Prosper Mérimée (1803-1870), novela que deu origem à ópera homônima de Bizet e, mais recentemente, a adaptações para o cinema dirigidas por Jean-Luc Godard e Carlos Saura, entre outros. Na presente edição, a história de amor de dom José e da cigana Carmen ganha uma tradução à altura do estilo preciso, elegante e irônico, porém de grande ressonância dramática, do original francês. Samuel Titan Jr., professor de Teoria Literária da USP e autor da tradução, chama a atenção no posfácio para vários aspectos da obra, inclusive o notável paralelo entre Carmen e a Capitu do Dom Casmurro, de Machado de Assis.
Os Contos de Canterbury
Tradução de Paulo Vizioli
Edição bilíngue - português/inglês
Posfácio e notas adicionais de José Roberto O'Shea
Xilogravuras da edição de William Caxton de 1483
Xilogravuras da edição de William Caxton de 1483
Os Contos de Canterbury, escritos entre 1386 e 1400, são o primeiro grande clássico da literatura em língua inglesa. Nesta obra, permeada de lirismo e humor, trinta peregrinos - entre os quais se inclui o próprio autor, Geoffrey Chaucer - partem em romaria para a catedral de Canterbury e durante a viagem contam, cada um à sua maneira, uma história para entreter o grupo, iluminando de maneira fascinante as diversas facetas da vida medieval. A presente edição, bilíngue, traz a premiada tradução em prosa de Paulo Vizioli, realizada diretamente a partir do original em inglês médio, além de notas adicionais e um posfácio redigidos por José Roberto O'Shea, professor-titular de literatura inglesa da UFSC, e as xilogravuras realizadas para a primeira edição ilustrada do livro, impressa por William Caxton em 1483.