Editora 34
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Literatura Brasileira

57 títulos

Dezessete narrativas curtas escavam o limite entre o estranho e o familiar, de maneira precisa e instigante. Um homem desgruda do asfalto cachorros mortos; um ser mole, vivo e incognoscível canta e transforma-se num lobo; um leão abatido revira a terra em busca daquela que partiu. Um livro único, que comove e incomoda.

"Uma estranha maneira de lidar com a materialidade das palavras contra o seu sentido habitual." (Bernardo Carvalho, Folha de S. Paulo)
La divina increnca
Ilustrações de Voltolino
Reprodução integral da primeira edição de 1915
Textos introdutórios de Otto Maria Carpeaux e António de Alcântara Machado
Obra-prima de Juó Bananére, pseudônimo de Alexandre Marcondes Machado (1892-1933), que leva ao extremo a sátira e a irreverência, parodiando poemas clássicos de Gonçalves Dias, Casimiro de Abreu e Olavo Bilac, entre outros. Este volume reproduz na íntegra a rara edição original de 1915, com capa e ilustração de Voltolino, além de incluir textos pouco conhecidos de Otto Maria Carpeaux e Antônio de Alcântara Machado.
Os pequenos e saborosos contos deste livro são retratos do que se passa nos fóruns e delegacias criminais do nosso país. Com um estilo simples e sutil, o autor - escritor e advogado criminalista - cria histórias que, apesar de seu realismo, remetem inevitavelmente ao universo kafkiano e seu eterno confronto com a Justiça.

"São treze fragmentos, redigidos como peças de teatro, mas inaugurando um gênero novo, entre a ficção, o teatro e a reportagem." (Arthur Nestrovski, Folha de S. Paulo)
Machado de A a X
Um dicionário de citações
Ilustrações de Angelo Agostini
(extraídas da Revista Illustrada)
Indisponível Avise-me saiba mais
Com cerca de 2 mil frases extraídas da obra machadiana, este dicionário destina-se não só aos apaixonados por sua obra, mas a todo leitor sequioso de diversão e conhecimento. O volume conta com mais de cem bem-humoradas litografias de Angelo Agostini, publicadas originalmente na Revista Illustrada, contemporânea de Machado de Assis.
Narrativa de uma viagem, viagem em forma de narrativa, este livro é uma experiência singular na literatura brasileira contemporânea. Escavando a raiz do mito, o autor construiu uma prosa de intenso sabor poético, a um tempo erótica, memorialística, sensível e violenta, que se move entre o português, o espanhol e o guarani. O resultado é, no dizer de Benedito Nunes, "um gênero de fronteira", profundamente revelador do imaginário do sertão brasileiro e da violência de sua colonização.
Transitando num universo literário próximo a Bukowski, Henry Miller ou, em outro diapasão, Dalton Trevisan, Marcelo Mirisola apresenta, neste seu segundo livro, trinta contos inéditos, fortemente autobiográficos, em que o humor, muitas vezes caústico, e o sexo, beirando a perversão, são temas constantes.

"Contos cheios de força e humor." (Carlos Graieb, Veja)
O autor conta a história de Gonçalo, um negro nascido no século XIX, filho de um ex-escravo. Um romance histórico que tem como cenário a Revolta dos Malês e outros fatos da formação de nosso povo.

"Um autor promissor que toma a sério não só o seu tema nuclear, de inegável interesse social, como também o ofício do escritor, para quem o trabalho da linguagem é um prazeroso dever." (Alfredo Bosi)
Dezoito histórias que falam de dois momentos na vida da mulher: adolescência e maturidade. Vera Albers sempre coloca suas personagens diante de alguma transição irremediável, mostrando que para elas a vida é uma instável aventura.

"Os contos de Vera Albers devem ser saboreados com extrema atenção. A narrativa aparentemente fácil esconde segredos que cabe ao leitor perscrutar."
(Oscar D'Ambrosio, Jornal da Tarde)
Ensaio de ponto
Recortes carnavalescos por Saturnino Praxedes, ex-funcionário da Companhia Nacional de Burletas et revistas do Teatro São José
As memórias de um ponto do teatro brasileiro de revistas desde o início de sua carreira, em 1913, até os anos 1960.

"O autor descreve o fim de um período extravagante de agitação teatral. O painel pintado é quase explosivo de tão engraçado." (Cadão Volpato, Época)